A atualização da NR-1 tornou obrigatória a inclusão dos fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A mudança foi aprovada pela Portaria MTE nº 1.419/2024 e teve a vigência da nova redação do capítulo 1.5 prorrogada para maio de 2026 pela Portaria MTE nº 765/2025.
Na prática, empresas precisam identificar, avaliar, classificar e controlar fatores relacionados à organização do trabalho, às relações profissionais, à carga de trabalho, ao assédio, à violência, ao estresse ocupacional e a outras condições capazes de afetar a saúde mental dos trabalhadores.
Neste guia, você vai entender o que mudou na NR-1, como a atualização impacta o GRO e o PGR, quais são os riscos psicossociais, que doenças podem estar associadas aos riscos ocupacionais e como preparar sua empresa para manter a conformidade com a norma.
Resumo da atualização NR-1
| Norma | NR-1 |
| Tema | Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais |
| Atualização principal | Inclusão dos fatores de risco psicossociais no GRO |
| Portaria principal | Portaria MTE nº 1.419, de 27 de agosto de 2024 |
| Prorrogação de vigência | Portaria MTE nº 765, de 15 de maio de 2025 |
| Entrada em vigor indicada no texto atualizado | 26 de maio de 2026 |
| Impacto para empresas | Revisão do PGR, inclusão de riscos psicossociais no inventário de riscos e adoção de medidas preventivas |
O que é a NR-1?
A NR-1, ou Norma Regulamentadora nº 1, estabelece as disposições gerais, o campo de aplicação, os termos e as definições comuns às demais Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho. Ela também define diretrizes para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, conhecido como GRO.
Na gestão de SST, a NR-1 funciona como norma-base. Ela orienta como as empresas devem estruturar responsabilidades, medidas de prevenção, capacitações, documentação e gerenciamento de riscos ocupacionais.
Seu objetivo é garantir que organizações adotem uma abordagem sistemática para identificar perigos, avaliar riscos, implementar controles e prevenir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.
A NR-1 também se conecta diretamente ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), documento que materializa o gerenciamento de riscos da organização por meio do inventário de riscos e do plano de ação.
O que mudou com a atualização da NR-1?
A principal mudança da atualização da NR-1 foi a inclusão expressa dos fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Isso significa que esses fatores devem ser tratados dentro da mesma lógica preventiva aplicada a riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes.
Além disso, a atualização revisou definições, reforçou a participação dos trabalhadores e detalhou pontos importantes do GRO. Veja os principais impactos.
Inclusão dos riscos psicossociais no GRO
A nova redação da NR-1 determina que os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho sejam considerados no processo de gerenciamento de riscos ocupacionais. Isso inclui situações ligadas à organização do trabalho, às relações interpessoais, à pressão por metas, ao assédio, à violência, à sobrecarga e à falta de apoio organizacional.
Com essa mudança, empresas precisam revisar suas práticas de SST para identificar fatores que possam afetar a saúde mental e emocional dos trabalhadores.
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Revisão de definições e terminologias
A atualização também altera o Anexo I da NR-1, que reúne termos e definições usados nas Normas Regulamentadoras. A padronização de conceitos como perigo, risco ocupacional e medidas de prevenção ajuda a reduzir interpretações divergentes e melhora a consistência de auditorias, treinamentos e documentos de SST.
Essa revisão é importante porque o gerenciamento de riscos depende de uma linguagem técnica comum entre empregadores, trabalhadores, consultorias, equipes de SST e fiscalização.
Maior detalhamento do GRO
O GRO ganha ainda mais relevância como sistema de gestão preventiva. A atualização reforça que a empresa deve identificar perigos, avaliar riscos, classificar prioridades, implementar medidas de prevenção, acompanhar resultados e revisar o processo sempre que necessário.
Esse gerenciamento deve estar refletido no PGR, especialmente no inventário de riscos ocupacionais e no plano de ação.
Participação dos trabalhadores
A atualização reforça a importância da participação dos trabalhadores na identificação de perigos e na comunicação de situações de risco. No caso dos fatores psicossociais, essa participação é ainda mais relevante, pois muitos sinais aparecem na rotina: mudanças de comportamento, sobrecarga, conflitos, pressão excessiva, falta de apoio ou situações de assédio.
Ouvir os trabalhadores ajuda a empresa a identificar riscos que nem sempre aparecem em inspeções tradicionais.
Maior responsabilidade do empregador
A NR-1 reforça que cabe ao empregador cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre Segurança e Saúde no Trabalho. Isso envolve criar condições para identificar, avaliar e controlar riscos, além de capacitar trabalhadores e manter documentação adequada.
Na prática, a empresa deve:
- manter o PGR atualizado;
- incluir fatores psicossociais quando identificados no contexto de trabalho;
- implementar medidas de prevenção compatíveis com os riscos;
- registrar evidências das avaliações e ações adotadas;
- acompanhar indicadores de SST e saúde ocupacional;
- capacitar lideranças e trabalhadores;
- revisar processos sempre que houver mudanças relevantes na organização do trabalho.
Regras para micro e pequenas empresas
A NR-1 mantém tratamentos diferenciados para organizações de menor porte, conforme critérios da própria norma e demais regras aplicáveis. No entanto, simplificação documental não significa ausência de prevenção.
Mesmo quando houver procedimentos simplificados, a empresa deve observar os riscos existentes e adotar medidas compatíveis com sua atividade, porte, grau de risco e realidade operacional.
Quando a atualização da NR-1 entrou em vigor?
A Portaria MTE nº 1.419/2024 aprovou a nova redação do capítulo 1.5 da NR-1, relacionado ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Posteriormente, a Portaria MTE nº 765/2025 prorrogou o início de vigência dessa nova redação para maio de 2026.
Com isso, o texto oficial atualizado da NR-1 indica entrada em vigor em 26 de maio de 2026. Como essa data já passou, empresas devem tratar a adequação como uma obrigação vigente, e não apenas como uma preparação futura.
Para evitar decisões baseadas em versões antigas, consulte sempre o texto oficial da NR-1 e as portarias publicadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O que são riscos psicossociais?
Riscos psicossociais são fatores relacionados à organização, gestão, ambiente e relações de trabalho que podem afetar a saúde mental, emocional, física e social dos trabalhadores. Eles podem surgir de cargas excessivas, metas incompatíveis, assédio, violência, conflitos, falta de apoio, jornadas exaustivas e baixa autonomia.
Esses riscos são chamados de “invisíveis” porque nem sempre aparecem em medições ambientais ou inspeções físicas. Ainda assim, podem causar impactos relevantes na saúde, na produtividade, na segurança operacional e no clima organizacional.
Exemplos de fatores de risco psicossociais incluem:
- sobrecarga de trabalho;
- pressão constante por metas;
- jornadas extensas ou falta de pausas;
- assédio moral ou sexual;
- violência no trabalho;
- conflitos interpessoais recorrentes;
- falta de apoio da liderança;
- baixa autonomia para execução das tarefas;
- insegurança no emprego;
- comunicação falha ou ambígua;
- exigências emocionais intensas;
- desequilíbrio entre demanda e recursos disponíveis.

“O papel da liderança nesse processo é observar o dia a dia da equipe, acompanhar de perto o andamento do trabalho. O colaborador também pode estar atento, afinal, temos relações interpessoais e isso nos permite observar mudanças no comportamento das pessoas com quem convivemos. É um trabalho em equipe, e essa observação constante permite identificar condições psicossociais ou possíveis riscos à saúde mental dentro da empresa.”
Gilliatt Giudice – Diretor Comercial da Ergohealth, Pós-Graduado em Psicologia Organizacional e do Trabalho e Segurança e Saúde do trabalhador
Qual é o impacto da atualização da NR-1 no GRO e no PGR?
A atualização da NR-1 impacta diretamente o GRO e o PGR porque amplia a visão de risco ocupacional. Agora, a gestão preventiva precisa considerar também fatores psicossociais relacionados ao trabalho, e não apenas riscos tradicionalmente mapeados em inspeções físicas ou ambientais.
Na prática, isso exige que a empresa revise seu processo de gerenciamento em cinco frentes principais:
- identificação de perigos: incluir fatores relacionados à organização do trabalho, liderança, assédio, conflitos, carga mental e ritmo de trabalho;
- avaliação de riscos: analisar probabilidade, severidade, exposição e grupos afetados;
- inventário de riscos: registrar os riscos psicossociais identificados dentro do PGR;
- plano de ação: definir medidas preventivas, responsáveis, prazos e formas de acompanhamento;
- monitoramento contínuo: acompanhar indicadores, queixas, afastamentos, absenteísmo, rotatividade, relatos internos e resultados das ações.
O maior impacto é cultural e operacional: a saúde mental passa a fazer parte da gestão estruturada de riscos, exigindo integração entre SST, RH, liderança, jurídico, compliance e trabalhadores.
Quais doenças podem estar relacionadas aos riscos ocupacionais?
Riscos ocupacionais podem contribuir para doenças físicas, mentais e comportamentais, dependendo do tipo de exposição, intensidade, duração e contexto de trabalho. A análise deve sempre considerar evidências técnicas e avaliação profissional adequada.
Veja exemplos de agravos associados a diferentes grupos de riscos.
Riscos psicossociais
- síndrome de burnout;
- transtornos de ansiedade;
- depressão relacionada ao trabalho;
- distúrbios do sono;
- estresse crônico;
- agravamento de condições preexistentes de saúde mental.
Riscos físicos
- perda auditiva induzida por ruído;
- lesões por exposição a vibração;
- doenças relacionadas à exposição ao calor ou frio extremos;
- lesões decorrentes de radiações, conforme o tipo de exposição.
Riscos químicos
- intoxicações agudas ou crônicas;
- dermatoses ocupacionais;
- doenças respiratórias ocupacionais;
- câncer ocupacional, conforme agente e exposição;
- pneumoconioses, como a silicose.
Riscos biológicos
- hepatites ocupacionais;
- tuberculose em contextos de exposição;
- infecções relacionadas a contato com agentes biológicos;
- doenças transmissíveis em atividades com exposição ocupacional.
Riscos ergonômicos
- dores crônicas em costas, ombros, punhos e pescoço;
- lesões por esforço repetitivo;
- distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho;
- fadiga física e mental;
- agravos relacionados a posturas inadequadas e sobrecarga biomecânica.
A identificação de doenças relacionadas ao trabalho deve ser conduzida com apoio de profissionais competentes e em integração com o PCMSO, o PGR e demais programas de SST aplicáveis.
Como preparar a empresa para a atualização da NR-1?
Para se adequar à atualização da NR-1, a empresa precisa revisar seu sistema de gestão de riscos, incluir os fatores psicossociais no processo de identificação e avaliação e transformar os achados em ações preventivas documentadas.
Veja um passo a passo prático.
1. Revise o PGR
Atualize o Programa de Gerenciamento de Riscos para refletir os novos requisitos do capítulo 1.5 da NR-1. O inventário de riscos deve ser revisado para identificar se há fatores psicossociais relacionados ao trabalho e quais grupos estão expostos.
Também revise o plano de ação para incluir medidas preventivas, responsáveis, prazos, indicadores e formas de acompanhamento.
2. Mapeie fatores psicossociais
O mapeamento deve considerar dados objetivos e percepções dos trabalhadores. Combine entrevistas, formulários, indicadores de RH, dados de absenteísmo, rotatividade, queixas, afastamentos, incidentes, denúncias e observações da liderança.
Entre os fatores a avaliar estão carga de trabalho, metas, autonomia, apoio da liderança, conflitos, assédio, comunicação, jornada, pausas e exigências emocionais.
3. Capacite lideranças e equipe técnica
Lideranças têm papel decisivo na prevenção de riscos psicossociais, porque acompanham a rotina das equipes e influenciam diretamente organização do trabalho, metas, comunicação, feedback, suporte e resolução de conflitos.
A equipe técnica de SST, RH e compliance também precisa compreender os novos requisitos da NR-1, os limites de atuação de cada área e a forma correta de registrar evidências no PGR.

“A empresa pode oferecer diversas ações, como programas de apoio psicológico, sessões de terapia ou coaching emocional, oficinas de mindfulness, incentivo à prática de hábitos saudáveis, flexibilidade na jornada de trabalho, programas de feedback e capacitação de líderes. Tudo isso contribui diretamente para reduzir os riscos psicossociais e promover uma cultura de saúde mental positiva nas empresas.”
Gilliatt Giudice – Diretor Comercial da Ergohealth, Pós-Graduado em Psicologia Organizacional e do Trabalho e Segurança e Saúde do trabalhador
4. Envolva os trabalhadores
Crie canais seguros para ouvir os trabalhadores sobre situações de risco, desconforto, sobrecarga, conflitos e dificuldades na rotina. A participação dos empregados melhora a qualidade da identificação de perigos e aumenta a efetividade das medidas preventivas.
Esse envolvimento pode ocorrer por meio de entrevistas, pesquisas internas, diálogos de segurança, reuniões com CIPA, comitês de saúde mental, canais de denúncia e formulários estruturados.
5. Implemente medidas preventivas
Depois de identificar os riscos, a empresa deve adotar medidas compatíveis com a causa do problema. Para riscos psicossociais, as ações não devem se limitar a campanhas de conscientização; elas precisam atuar também sobre organização do trabalho, liderança, metas, pausas, comunicação e gestão de conflitos.
Exemplos de ações preventivas incluem:
- revisão de metas e cargas de trabalho;
- políticas de prevenção ao assédio e à violência;
- canais de denúncia e acolhimento;
- capacitação de lideranças;
- melhoria da comunicação interna;
- programas de apoio psicológico;
- rotinas de feedback e acompanhamento;
- ajustes em jornadas, pausas e distribuição de tarefas;
- planos de ação para áreas com maior criticidade.
6. Realize auditorias internas
Auditorias internas ajudam a verificar se o PGR foi atualizado, se os riscos psicossociais foram considerados, se há evidências das avaliações e se os planos de ação estão sendo executados.
Com auditorias periódicas, a empresa identifica falhas antes de fiscalizações externas e consegue demonstrar evolução contínua na gestão de SST.
7. Monitore indicadores continuamente
A gestão dos riscos psicossociais não termina com a atualização do PGR. É necessário acompanhar indicadores para avaliar se as medidas adotadas estão funcionando.
Indicadores úteis incluem absenteísmo, afastamentos, rotatividade, queixas, denúncias, horas extras, acidentes, incidentes, resultados de pesquisas internas, demandas ao RH e recorrência de não conformidades.
Como o Checklist Fácil ajuda na adequação à NR-1?
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Na adequação à NR-1, a ferramenta pode apoiar atividades como:
- checklists de conformidade: verificação dos requisitos do GRO, PGR e fatores psicossociais;
- registros de evidências: anexos com fotos, documentos, observações e respostas estruturadas;
- planos de ação: definição de responsáveis, prazos e acompanhamento das correções;
- auditorias internas: padronização das inspeções e avaliações periódicas;
- indicadores de gestão: análise de recorrências, áreas críticas e evolução das ações;
- centralização de dados: histórico organizado para tomada de decisão, auditorias e fiscalizações.
Além disso, checklists digitais ajudam a envolver diferentes áreas da empresa, como SST, RH, liderança e compliance, criando uma rotina mais integrada para prevenção de riscos ocupacionais.
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- rastreabilidade: histórico centralizado para auditorias, fiscalizações e melhoria contínua.
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Adapte-se à atualização NR-1 com eficiência
A atualização da NR-1 representa um avanço importante na gestão de Segurança e Saúde no Trabalho ao incluir os fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Com isso, empresas precisam tratar saúde mental, organização do trabalho, relações profissionais e prevenção ao assédio como parte estruturada do PGR.
Como a nova redação do capítulo 1.5 já está vigente desde maio de 2026, a adequação deve ser conduzida com prioridade. Revisar o PGR, capacitar lideranças, ouvir trabalhadores, documentar evidências e acompanhar planos de ação são passos essenciais para reduzir riscos e demonstrar conformidade.
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Dúvidas frequentes sobre a atualização NR-1
O que é a atualização NR-1?
A atualização NR-1 é a revisão da Norma Regulamentadora nº 1 que altera o capítulo 1.5 sobre Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e inclui expressamente os fatores de risco psicossociais no GRO.
Quando a NR-1 atualizada entrou em vigor?
A nova redação do capítulo 1.5 da NR-1, aprovada pela Portaria MTE nº 1.419/2024, teve sua vigência prorrogada pela Portaria MTE nº 765/2025. O texto oficial atualizado indica entrada em vigor em 26 de maio de 2026.
O que mudou na NR-1 sobre riscos psicossociais?
A NR-1 passou a exigir que fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho sejam considerados no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Isso impacta a identificação de perigos, avaliação de riscos, inventário de riscos e plano de ação do PGR.
O que são riscos psicossociais?
Riscos psicossociais são fatores ligados à organização, gestão, ambiente e relações de trabalho que podem afetar a saúde mental, emocional, física e social dos trabalhadores, como assédio, sobrecarga, pressão por metas e conflitos recorrentes.
Os riscos psicossociais precisam entrar no PGR?
Sim. Quando identificados no contexto de trabalho, os fatores de risco psicossociais devem ser considerados no GRO e refletidos no PGR, especialmente no inventário de riscos e no plano de ação.
A atualização da NR-1 vale para todas as empresas?
A NR-1 se aplica às organizações abrangidas pelas Normas Regulamentadoras. A forma de cumprimento pode variar conforme porte, grau de risco, atividade e regras específicas, mas a prevenção de riscos ocupacionais deve ser observada pela empresa.
Como começar a adequação à NR-1 atualizada?
Comece revisando o PGR, mapeando fatores psicossociais, ouvindo trabalhadores, capacitando lideranças, criando planos de ação e estabelecendo indicadores para acompanhar a efetividade das medidas preventivas.



Uma resposta
Conteúdo de extrema importância para nosso momento atual, onde as doenças psicossomáticas estão muito afloradas no mercado de trabalho.