NR 26: como fazer sinalização de segurança na empresa

NR 26: como fazer sinalização de segurança na empresa

Tempo de leitura: 11 minutos

A NR 26 é a Norma Regulamentadora que estabelece medidas de sinalização e identificação de segurança nos locais de trabalho. Ela orienta o uso de cores, placas, símbolos, rotulagem preventiva e informações de segurança para advertir trabalhadores sobre riscos, delimitar áreas, identificar equipamentos e prevenir acidentes.

Na prática, a NR 26 ajuda empresas a padronizar a comunicação visual de segurança e a identificação de produtos químicos perigosos. A norma também exige que trabalhadores tenham acesso às Fichas com Dados de Segurança, as FDS, e recebam informações e treinamentos compatíveis com os riscos presentes no ambiente.

Neste artigo, você vai entender o que é a NR 26, onde ela se aplica, quais cores são usadas na sinalização de segurança, como funciona a rotulagem de produtos químicos e como implementar inspeções periódicas para manter a empresa em conformidade.


Resumo da NR 26

NormaNR 26
Tema principalSinalização e identificação de segurança
ObjetivoEstabelecer medidas de sinalização e identificação de segurança nos locais de trabalho
AplicaçãoEstabelecimentos e locais de trabalho que precisam indicar riscos, delimitar áreas, identificar equipamentos ou sinalizar produtos químicos
Principais temasSinalização por cor, identificação de produtos químicos, rotulagem preventiva, FDS, informações e treinamento
Base técnicaNormas técnicas oficiais, como normas da ABNT, e critérios do Sistema Globalmente Harmonizado, o GHS
Atualização relevanteNova redação aprovada pela Portaria MTP nº 2.770, de 5 de setembro de 202

O que é a NR 26?

A NR 26 é a Norma Regulamentadora que trata da sinalização e identificação de segurança nos locais de trabalho. Ela orienta as empresas sobre o uso de cores, sinais, avisos, rótulos e informações de segurança para indicar riscos e prevenir acidentes.

A norma também estabelece requisitos para a identificação de produtos químicos, incluindo classificação, rotulagem preventiva, Fichas com Dados de Segurança e treinamento dos trabalhadores expostos.

A NR 26 foi publicada originalmente pela Portaria MTb nº 3.214, de 1978, e passou por revisões posteriores. A nova redação da norma foi aprovada pela Portaria MTP nº 2.770, de 5 de setembro de 2022, reorganizando o texto em três grandes temas: sinalização por cor, identificação de produto químico e informações e treinamento em Segurança e Saúde no Trabalho.

Assim como outras Normas Regulamentadoras, a NR 26 deve ser aplicada de forma integrada à gestão de Saúde e Segurança do Trabalho, considerando o mapeamento de riscos, o PGR, os treinamentos e as inspeções periódicas.

Qual é o objetivo da NR 26?

O objetivo da NR 26 é estabelecer medidas de sinalização e identificação de segurança que ajudem a advertir trabalhadores sobre perigos e riscos existentes nos locais de trabalho.

A norma busca tornar a comunicação de segurança mais clara, padronizada e eficiente. Isso reduz interpretações equivocadas, facilita a identificação de riscos e apoia a prevenção de acidentes.

Entre os principais objetivos da NR 26 estão:

  • indicar e advertir sobre riscos existentes no ambiente de trabalho;
  • padronizar o uso de cores na sinalização de segurança;
  • identificar equipamentos, tubulações, áreas e rotas relevantes para a segurança;
  • orientar trabalhadores sobre produtos químicos perigosos;
  • garantir rotulagem preventiva conforme critérios técnicos;
  • assegurar acesso às Fichas com Dados de Segurança, as FDS;
  • apoiar treinamentos e informações sobre riscos, medidas preventivas e procedimentos de emergência.

É importante lembrar que a sinalização não substitui medidas de prevenção. Ela complementa controles técnicos, administrativos, coletivos e individuais que devem ser adotados pela empresa.

Onde a NR 26 se aplica?

A NR 26 se aplica a estabelecimentos e locais de trabalho que precisam sinalizar riscos, identificar equipamentos, delimitar áreas, orientar circulação ou informar sobre produtos químicos utilizados nas atividades.

As diretrizes da norma podem ser aplicadas em:

  • equipamentos de segurança;
  • equipamentos de combate a incêndio;
  • áreas de circulação e rotas de fuga;
  • locais com risco elétrico, químico, mecânico ou de queda;
  • instrumentos para delimitação de áreas;
  • tubulações que conduzem líquidos e gases;
  • placas de advertência, obrigação, emergência e proibição;
  • depósitos, almoxarifados e áreas de armazenamento;
  • rótulos de produtos químicos;
  • Fichas com Dados de Segurança, as FDS.

A aplicação prática depende dos riscos existentes em cada operação. Por isso, a sinalização deve ser definida com base no mapeamento de riscos e nas normas técnicas oficiais aplicáveis.

O que mudou na NR 26 atualizada?

A nova redação da NR 26, aprovada em 2022, reorganizou a norma para deixar mais claro seu objetivo, campo de aplicação e requisitos técnicos. O texto passou a explicitar que a norma trata de sinalização e identificação de segurança nos locais de trabalho.

Entre os principais pontos da atualização estão:

  • inclusão dos itens de objetivo e campo de aplicação;
  • organização do texto em sinalização por cor, identificação de produto químico e informações e treinamento;
  • reforço da obrigação de usar cores para indicar e advertir sobre riscos existentes;
  • exigência de conformidade com normas técnicas oficiais;
  • alinhamento da identificação de produtos químicos aos critérios do Sistema Globalmente Harmonizado, o GHS;
  • exigência de acesso às Fichas com Dados de Segurança, as FDS;
  • reforço da necessidade de treinamento sobre rotulagem preventiva, riscos, medidas preventivas e procedimentos de emergência.

Antes disso, revisões importantes da NR 26 já haviam ocorrido em 2011 e 2015, especialmente para incorporar a classificação e rotulagem de produtos químicos conforme o GHS.

Quais itens fazem parte da sinalização de segurança?

A sinalização de segurança pode ser composta por diferentes elementos visuais e informativos. O objetivo é facilitar a percepção do risco e orientar o comportamento esperado dos trabalhadores, visitantes e terceiros no ambiente de trabalho.

Entre os principais itens usados na sinalização estão:

  • placas de advertência, obrigação, proibição e emergência;
  • faixas de demarcação de piso;
  • pintura de tubulações;
  • cones, correntes, pedestais e fitas zebradas;
  • sinalização de rotas de fuga e saídas de emergência;
  • identificação de equipamentos de combate a incêndio;
  • rótulos e pictogramas de produtos químicos;
  • coletes refletivos, capacetes e outros itens visuais usados por trabalhadores;
  • sinalização de áreas restritas, máquinas, painéis elétricos e espaços com risco específico.

A escolha dos itens deve considerar o tipo de risco, a visibilidade necessária, a distância de leitura, a iluminação do ambiente, o fluxo de pessoas e o grau de criticidade da área sinalizada.

Como funciona a sinalização por cor na NR 26?

A sinalização por cor é usada para indicar e advertir sobre riscos nos locais de trabalho. A NR 26 determina que as cores devem seguir normas técnicas oficiais, como normas brasileiras da ABNT aplicáveis ao tema.

Um ponto importante é que o uso de cores deve ser reduzido ao necessário. Excesso de cores, placas e avisos pode gerar poluição visual, confusão e fadiga, prejudicando a percepção dos riscos.

De forma geral, as cores mais utilizadas na sinalização de segurança são:

CorUso comum na sinalização de segurança
VermelhoEquipamentos de combate a incêndio, parada, proibição e emergência
LaranjaAdvertência de perigo em partes móveis de máquinas e equipamentos
AmareloCuidado, atenção e advertência sobre riscos
VerdeSegurança, primeiros socorros, rotas de fuga e equipamentos de emergência
AzulObrigação, como uso obrigatório de EPI ou impedimento de ações
PúrpuraPerigos relacionados a radiações e partículas nucleares
BrancoÁreas de circulação, faixas de pedestres, corredores e zonas de movimentação
PretoIdentificação específica, como coletores de resíduos não relacionados a serviços de saúde, conforme aplicação técnica
Cores usadas na sinalização de segurança conforme normas técnicas relacionadas à NR 26

A definição das cores deve sempre respeitar as normas técnicas aplicáveis e o contexto da empresa. Em caso de dúvida, a equipe de SST deve validar a sinalização com base no PGR, nas normas da ABNT e nas exigências específicas do setor.

O que a NR 26 diz sobre rotulagem de produtos químicos?

A NR 26 exige que produtos químicos utilizados nos locais de trabalho sejam identificados de forma clara, especialmente quando classificados como perigosos. A classificação, a rotulagem preventiva e as informações de segurança devem seguir os critérios do Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos, o GHS.

A rotulagem preventiva ajuda trabalhadores a reconhecerem rapidamente os riscos de uma substância ou mistura química, como inflamabilidade, toxicidade, corrosividade, irritação, risco ambiental ou perigo à saúde.

Um rótulo preventivo deve apresentar informações essenciais, como:

  • identificação do produto químico;
  • pictogramas de perigo, quando aplicáveis;
  • palavra de advertência;
  • frases de perigo;
  • frases de precaução;
  • informações sobre o fornecedor;
  • orientações básicas de manuseio, armazenamento e emergência.

Produtos saneantes registrados ou notificados na Anvisa seguem regras específicas de rotulagem estabelecidas pela própria agência, conforme indicado na NR 26.

O que são FDS e qual sua relação com a NR 26?

FDS significa Ficha com Dados de Segurança. Ela é o documento que reúne informações sobre identificação, perigos, composição, primeiros socorros, combate a incêndio, controle de exposição, manuseio, armazenamento, transporte e destinação de produtos químicos.

A FDS substitui a nomenclatura antiga FISPQ, ainda bastante conhecida no mercado. Na prática, muitas empresas continuam usando o termo FISPQ por hábito, mas a terminologia atual é FDS.

De acordo com a NR 26, a organização deve garantir que os trabalhadores tenham acesso às FDS dos produtos químicos utilizados no local de trabalho. Esse acesso deve ser fácil, atualizado e compatível com a rotina operacional.

As FDS são importantes porque orientam:

  • riscos do produto químico;
  • medidas preventivas;
  • equipamentos de proteção necessários;
  • procedimentos em caso de vazamento, incêndio ou exposição;
  • condições adequadas de armazenamento;
  • cuidados no transporte e descarte;
  • ações de primeiros socorros.

Para saber mais sobre o tema, veja também nosso conteúdo sobre Ficha de Segurança de Produto Químico e Sistema GHS.

Qual é a importância da NR 26 para a Segurança do Trabalho?

A NR 26 é importante porque melhora a comunicação de riscos no ambiente de trabalho. Uma sinalização clara ajuda trabalhadores a reconhecerem perigos, seguirem procedimentos corretos e evitarem acidentes causados por desinformação ou interpretação equivocada.

A norma é especialmente relevante em ambientes com máquinas, produtos químicos, áreas de circulação, risco de incêndio, movimentação de cargas, painéis elétricos, espaços confinados, rotas de fuga e áreas de acesso restrito.

A aplicação correta da NR 26 contribui para:

  • reduzir acidentes e quase acidentes;
  • facilitar evacuação e resposta a emergências;
  • diminuir riscos de queimaduras, intoxicações, incêndios e explosões;
  • padronizar a comunicação visual de segurança;
  • orientar visitantes, terceiros e novos colaboradores;
  • reforçar treinamentos e procedimentos de SST;
  • melhorar a conformidade em auditorias e fiscalizações.

No caso de produtos químicos, a importância é ainda maior, pois falhas de identificação podem levar a misturas incompatíveis, manuseio incorreto, exposições perigosas e emergências graves.

Quais são as consequências de não cumprir a NR 26?

O não cumprimento da NR 26 pode gerar riscos operacionais, acidentes, autuações e responsabilidades legais para a empresa. A ausência de sinalização adequada dificulta a identificação de perigos e pode contribuir para quedas, choques, intoxicações, incêndios, explosões e outros eventos graves.

Entre as principais consequências estão:

  • multas e penalidades administrativas;
  • embargo ou interdição de áreas, máquinas ou equipamentos;
  • responsabilização civil, trabalhista e, em casos graves, criminal;
  • custos com tratamento médico, afastamentos e indenizações;
  • danos à reputação da empresa;
  • perda de produtividade e paralisações operacionais;
  • aumento de não conformidades em auditorias internas e externas.

Por isso, a sinalização deve ser monitorada continuamente. Placas apagadas, rótulos danificados, tubulações sem identificação e rotas de fuga obstruídas podem comprometer a segurança mesmo quando a empresa já implantou a sinalização inicialmente.

Como aplicar a NR 26 na empresa?

Para aplicar a NR 26, a empresa precisa transformar seus requisitos em uma rotina de identificação de riscos, sinalização adequada, treinamento, inspeção e correção de não conformidades.

Veja um passo a passo prático.

1. Mapeie os riscos do ambiente

O primeiro passo é identificar os riscos existentes em cada área da empresa. Esse mapeamento deve considerar máquinas, equipamentos, produtos químicos, circulação de pessoas, áreas restritas, rotas de fuga, painéis elétricos, risco de incêndio, movimentação de cargas e armazenamento de materiais.

O mapeamento deve estar conectado ao PGR e às demais rotinas de análise de risco. Ele orienta quais placas, cores, rótulos e delimitações são necessários.

2. Defina a sinalização adequada

Depois de mapear os riscos, defina a sinalização com base nas normas técnicas aplicáveis. Avalie cor, símbolo, texto, dimensão, localização, altura de instalação, visibilidade, iluminação e distância de leitura.

A sinalização deve ser objetiva. Evite excesso de placas ou informações que possam gerar confusão visual.

3. Padronize rótulos e FDS de produtos químicos

Se a empresa utiliza produtos químicos, verifique se todos estão identificados corretamente. Produtos perigosos devem ter rotulagem preventiva conforme o GHS e FDS disponíveis aos trabalhadores.

Também é importante revisar frascos secundários, recipientes transferidos e embalagens internas. Muitas não conformidades ocorrem quando o produto é retirado da embalagem original e armazenado sem identificação adequada.

4. Treine os trabalhadores

Trabalhadores devem compreender o significado das cores, placas, pictogramas, rótulos e FDS. No caso de produtos químicos, o treinamento deve abordar riscos, medidas preventivas, uso de EPIs, procedimentos de emergência e resposta a incidentes.

A capacitação pode ser feita em conjunto com equipes de CIPA, SESMT, liderança operacional e responsáveis por SST.

5. Crie planos de ação para não conformidades

Quando uma falha de sinalização for encontrada, ela deve gerar um plano de ação com responsável, prazo e status de execução. Isso evita que problemas sejam registrados, mas não corrigidos.

Exemplos de ações incluem substituir placas danificadas, identificar tubulações, corrigir rótulos, liberar rotas de fuga, reposicionar sinalização obstruída e atualizar FDS antigas.

6. Acompanhe indicadores de Segurança do Trabalho

Indicadores ajudam a avaliar se a sinalização está funcionando e se as não conformidades estão sendo corrigidas. Métricas como recorrência de falhas, tempo médio de correção, áreas com mais desvios e acidentes relacionados à comunicação visual ajudam na tomada de decisão.

Veja também nosso conteúdo sobre indicadores de Segurança do Trabalho.

7. Realize checagens periódicas

A sinalização de segurança precisa ser verificada continuamente. Placas podem desbotar, rótulos podem se soltar, rotas podem ser obstruídas, produtos químicos podem ser transferidos para recipientes sem identificação e áreas podem mudar de layout.

Checklists periódicos ajudam a manter o controle sobre esses pontos e facilitam a identificação de não conformidades.

Como o Checklist Fácil ajuda na gestão da NR 26?

O Checklist Fácil ajuda empresas a digitalizar inspeções, padronizar verificações e acompanhar planos de ação relacionados à NR 26. Com a plataforma, é possível criar checklists específicos para sinalização, rotulagem, FDS, áreas de risco, rotas de fuga e produtos químicos.

Na prática, a solução permite:

  • criar checklists personalizados: com os requisitos aplicáveis à sinalização da empresa;
  • agendar inspeções periódicas: para evitar que placas, rótulos e demarcações fiquem desatualizados;
  • registrar evidências: com fotos, vídeos, áudios e comentários no próprio sistema;
  • identificar não conformidades: centralizando falhas de sinalização e rotulagem;
  • gerar planos de ação: com responsáveis, prazos e acompanhamento pelo aplicativo;
  • acompanhar indicadores: para visualizar áreas críticas, reincidências e evolução das correções;
  • padronizar auditorias: garantindo que todas as unidades sigam os mesmos critérios de verificação.

Com dados centralizados e evidências registradas, sua empresa ganha mais rastreabilidade para auditorias, fiscalizações e melhoria contínua da gestão de Segurança do Trabalho.

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Evolua sua gestão de SST com inteligência artificial

Além de digitalizar checklists, o Checklist Fácil apoia a gestão de SST com recursos de inteligência operacional e inteligência artificial. Isso permite interpretar dados de inspeções, identificar padrões de não conformidade e priorizar ações preventivas relacionadas à sinalização e identificação de segurança.

Com a solução, sua empresa pode evoluir a gestão da NR 26 por meio de:

  • coleta automatizada: registros digitais que reduzem retrabalho e padronizam evidências;
  • validação por IA: apoio à identificação de divergências, inconsistências e falhas nos registros;
  • inteligência de dados: transformação de inspeções em indicadores para decisão;
  • planos de ação integrados: acompanhamento de pendências desde a abertura até a conclusão;
  • rastreabilidade: histórico centralizado para auditorias, fiscalizações e melhoria contínua.

Para empresas que precisam manter conformidade com a NR 26 e outras NRs, a tecnologia ajuda a tornar inspeções, auditorias e controles mais rápidos, confiáveis e estratégicos.

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A NR 26 é essencial para garantir que riscos, áreas, equipamentos e produtos químicos sejam identificados de forma clara nos locais de trabalho. Ela fortalece a comunicação de segurança e ajuda a prevenir acidentes causados por falta de informação, sinalização inadequada ou rotulagem incorreta.

Para aplicar a norma corretamente, a empresa precisa mapear riscos, seguir normas técnicas oficiais, manter FDS acessíveis, treinar trabalhadores e realizar inspeções contínuas para verificar se placas, cores, rótulos e demarcações continuam adequados.

Com checklists digitais, planos de ação e indicadores, a gestão da NR 26 se torna mais organizada, rastreável e eficiente.

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Dúvidas frequentes sobre NR 26

O que é a NR 26?

A NR 26 é a Norma Regulamentadora que estabelece medidas de sinalização e identificação de segurança nos locais de trabalho, incluindo uso de cores, identificação de riscos, rotulagem de produtos químicos, FDS e treinamentos relacionados.

Qual é o objetivo da NR 26?

O objetivo da NR 26 é padronizar a sinalização e identificação de segurança para advertir sobre riscos existentes, orientar trabalhadores e prevenir acidentes nos ambientes laborais.

Onde a NR 26 se aplica?

A NR 26 se aplica a estabelecimentos e locais de trabalho que precisam sinalizar riscos, identificar equipamentos, delimitar áreas, orientar circulação ou informar sobre produtos químicos utilizados na operação.

Quais são as cores usadas na NR 26?

As cores usadas na sinalização de segurança devem seguir normas técnicas oficiais. Entre as mais comuns estão vermelho, amarelo, verde, azul, laranja, púrpura, branco e preto, cada uma com aplicações específicas conforme o risco ou a informação de segurança.

A NR 26 exige rotulagem de produtos químicos?

Sim. A NR 26 exige que produtos químicos sejam identificados conforme critérios técnicos, especialmente quando classificados como perigosos. A classificação e a rotulagem preventiva devem seguir o Sistema Globalmente Harmonizado, o GHS.

O que é FDS na NR 26?

FDS significa Ficha com Dados de Segurança. É o documento que reúne informações sobre perigos, composição, primeiros socorros, combate a incêndio, controle de exposição, manuseio, armazenamento e emergência envolvendo produtos químicos.

FISPQ ainda existe?

O termo FISPQ ainda é usado no mercado, mas a nomenclatura atual é FDS, Ficha com Dados de Segurança. A mudança acompanha a padronização técnica relacionada à identificação e comunicação de perigos de produtos químicos.

Como cumprir a NR 26?

Para cumprir a NR 26, a empresa deve mapear riscos, definir sinalizações adequadas, padronizar rótulos e FDS, treinar trabalhadores, realizar checagens periódicas e corrigir não conformidades por meio de planos de ação.

Foto de Johanna Odebrecht
Johanna Odebrecht
Johanna Odebrecht é Head Comercial da Starian Eficiência Operacional, responsável pelas equipes de Inteligência Comercial, Pré-vendas, Vendas e SalesOps de novos negócios Brasil e LatAm. Graduada pela UDESC e pós-graduada pela Unyleya, tem mais de 15 anos no mercado atuando em áreas diversas, como Branding, Design e Marketing. Com isso, tem profundo entendimento do ciclo de vendas para aplicar estratégias inbound e outbound, analisar tendências de mercado e criar programas comerciais.

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