fluxo logístico

O que é fluxo logístico e como executá-lo?

A sequência de atividades na Logística começa na gestão de estoque e se estende à saída e entrega de mercadorias. Aprenda a manter um fluxo logístico integrado e descubra como a tecnologia pode ajudar no processo.
Tempo de leitura: 6 minutos

Organizar e estruturar o fluxo logístico é uma demanda essencial para os gestores de suprimentos. Com clientes cada vez mais exigentes e operações  globalizadas, é preciso definir muito bem o funcionamento do hub logístico para garantir que a Distribuição e o Transporte sejam sempre eficientes.

O esforço coletivo das equipes aliado a um bom suporte tecnológico favorece não só a gestão de qualidade, mas também a produtividade do time e o faturamento da empresa.

Neste conteúdo, mostraremos como a tecnologia pode ajudar nesse processo, otimizando toda a cadeia de suprimentos a partir de uma logística integrada.

O que é o fluxo logístico?

O fluxo logístico é um conceito amplo, que envolve desde a gestão de estoque até a qualidade na saída, transporte e recebimento de mercadorias. Para tanto, as etapas de um fluxo logístico contemplam atividades como armazenagem adequada, gerenciamento do movimento de cargas, distribuição efetiva e transporte seguro.

Trata-se de um sistema complexo de operações que precisam estar integradas. Ao contrário disso, se houver falhas em alguma etapa do fluxo, pode-se comprometer as etapas subsequentes, afetando a eficiência operacional da empresa e sua credibilidade no mercado.

Na outra ponta da cadeia de suprimentos, o cliente final também fica prejudicado quando o planejamento logístico não está bem desenvolvido. Nesse caso, os problemas mais comuns geralmente estão relacionados a atraso nos prazos de entrega ou avarias durante o transporte de mercadorias.

É por isso que a operação logística precisa necessariamente ser pensada sob a ótica da integração e sincronização. Afinal, quando os processos estão padronizados e ocorrem numa sequência lógica, o risco de falhas é consideravelmente menor. Isso poupa os recursos operacionais da empresa, evita prejuízo financeiro e ainda entrega valor para o cliente.

Quais os principais tipos de fluxo logístico?

Quando pensamos em infraestrutura logística, vem à mente os principais tipos de fluxo logístico e as maneiras como eles conversam entre si para tornarem as operações mais ágeis e eficientes.

O fluxo de informações, por exemplo, está interligado a todos os outros, pois é por meio dele que as equipes conseguem se manter alinhadas com os demais processos operacionais, evitando sobrecarga de funções ou retrabalho.

A seguir, descrevemos quais são os tipos de fluxo logístico mais comuns nas empresas.

Fluxo financeiro

O fluxo financeiro está relacionado à administração dos trâmites financeiros envolvidos no hub logístico. Fazem parte desse contexto, sobretudo, o controle de pagamento dos fornecedores e a gestão das despesas que cobrem as atividades de armazenagem, distribuição e transporte. 

fluxo financeiro

Fluxo reverso

O fluxo reverso é aquele ligado ao retorno de mercadorias que, por algum motivo específico, não corresponderam aos padrões pré-estabelecidos nas etapas de distribuição e transporte, por exemplo.

Fazer uma boa gestão de logística reversa é importante porque permite exercer práticas de economia circular, como a reciclagem ou o reaproveitamento desses produtos. 

fluxo reverso

Fluxo de materiais 

O fluxo de materiais está relacionado ao movimento de produtos e de outros componentes internos ou externos à empresa. Isso abrange desde a compra de matérias-primas até a entrega do produto final ao cliente.

O controle de tudo que entra e sai nesse fluxo é primordial para que as equipes logísticas consigam manter a empresa operando em máximo desempenho, sem desperdícios e com rigoroso controle de qualidade. Está relacionado ao fluxo de informações, que veremos no tópico a seguir.

fluxo de materiais

Fluxo de informações

Por fim, podemos dizer que o fluxo de informações é como um grande “guarda-chuva” que abriga os demais fluxos logísticos de uma empresa. Afinal, em todos os departamentos da organização haverá informações circulando e esses dados precisam estar estruturados de alguma maneira para que nenhuma informação importante fique pelo caminho.

Hoje em dia, existem diversos softwares no mercado que contribuem para essa gestão de dados, unificando dados e centralizando essa base para que todas as equipes tenham fácil acesso a tudo o que acontece nos demais setores.

Além disso, um fluxo de informações bem articulado favorece processos decisórios mais racionais e precisos, pautados na confiabilidade dos dados, na identificação de gargalos e na replicação de padrões de sucesso.

fluxo de informação

Por que é importante estruturar o fluxo logístico?

A otimização do fluxo logístico é essencial para as empresas, não só porque permite trabalhar com mais agilidade e eficiência, mas principalmente porque possibilita ao gestor se antecipar aos sinais de falhas ou riscos. Assim, as equipes conseguem intervir mais rapidamente para solucionar determinado gargalo antes de o problema se agravar.

Basta pensarmos que essa infraestrutura logística funciona como uma grande máquina com suas engrenagens. Para que o equipamento funcione, é preciso que todas as engrenagens estejam operando bem.

Vamos trazer esse raciocínio para a cadeia de suprimentos: se uma falha acontece na gestão de estoque, mas é identificada naquele mesmo momento, isso impede que, lá nas operações de transporte, a carga total prevista fique incompleta e atrase a distribuição, por exemplo.

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Outro motivo para se importar com o planejamento do fluxo logístico é que isso evita a sobrecarga de trabalho das equipes, já que as operações estarão devidamente estruturadas e organizadas.

Isso estimula a produtividade do time e permite que os colaboradores aproveitem melhor o tempo operacional para definir com mais critério as prioridades ao longo do expediente.   

Como a tecnologia pode tornar o fluxo logístico mais eficiente?

Como vimos, ter uma boa infraestrutura logística demanda integrar planejamento estratégico, controle de insumos, armazenagem adequada e transporte eficiente. Todos esses aspectos fazem parte do chamado fluxo logístico, que vai culminar em entregas de qualidade e de alto valor agregado.

No entanto, sabemos que não é fácil conectar todos esses fatores na rotina corporativa, que demanda esforço coletivo e muitas vezes está suscetível a imprevistos. É aí que as ferramentas tecnológicas, como os checklists digitais, assumem um papel importantíssimo.

Na Logística 4.0, essas ferramentas organizam os fluxos de trabalho para que os gestores possam se concentrar naquelas demandas cujo fator humano é indispensável, como cultivar um bom relacionamento com os fornecedores, manter o time motivado e estar preparado para agir diante de situações inesperadas.

O fluxo de informações, do qual falamos nos tópicos anteriores, tem um enorme peso nesse contexto, pois é a partir dele que os gestores conseguem padronizar os processos e otimizar as operações no hub logístico. Sem o suporte de ferramentas de gestão de dados, fica muito difícil manter esse fluxo em dia.

Por isso, o primeiro passo para trabalhar com uma logística integrada é contar com ferramentas que possibilitem monitorar processos rotineiros, fazer inspeções seguras e analisar indicadores de forma confiável.

Assim, nenhuma informação importante se perde pelo caminho e os gestores conseguem atestar que todas as demandas foram devidamente cumpridas nos prazos previstos. O resultado é uma operação mais criteriosa e um controle de qualidade mais efetivo.

O Checklist Fácil é a solução ideal nesse percurso. Com mais de 150 recursos, o sistema permite a padronização de processos e rotinas por meio de checklists inteligentes, e pode ser aplicado em qualquer processo logístico, como:

Mais de 2.000 empresas em 14 países já utilizam o Checklist Fácil para gerir seus processos, incluindo grandes nomes do setor logístico, como DHL, Via Lácteos, Solística e Ativa Logística.

“O Checklist Fácil nos ajuda tanto na manutenção preventiva, com as checagens diárias dos veículos, como também nos treinamentos constantes, pois o motorista instrutor registra no sistema todas as informações sobre os treinamentos dados aos demais motoristas.” – Ary Patrick, Supervisor de Segurança da Via Lácteos Transportadora

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Foto de Diego Marafon
Diego Marafon
Diego Marafon é Diretor de Customer Experience no Checklist Fácil e já atuou como Innovation Advisor no Grupo Softplan. Formou-se em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Santa Catarina, possui pós-graduação em Engenharia de Software pelo Centro Universitário Tupy e MBA pela University of Southern California.

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