Logística empresarial: o que é e como otimizar processos?

Organizar o fluxo de trabalho, unificar a base de dados e contar com suporte tecnológico são passos básicos da logística empresarial. Aprenda a escolher a ferramenta certa para esse processo.
Tempo de leitura: 5 minutos

A logística empresarial está ligada à organização, planejamento e previsibilidade, fatores essenciais para estruturar as etapas da cadeia de suprimentos. Encontrar a ferramenta certa é um passo crucial nesse processo, pois permite aliar estratégia e tecnologia no hub logístico.


Elaborar um plano de logística empresarial é tarefa básica para empresas que visam obter máximo desempenho atrelado ao menor custo operacional. Diante de um mercado tão competitivo, estruturar corretamente o fluxo de trabalho no hub logístico é o que permite trabalhar com eficiência e previsibilidade para se diferenciar dos concorrentes.

Além disso, a gestão de uma cadeia de suprimentos é desafiadora por si só, pois envolve gerenciar um fluxo acelerado de produtos e informações no dia a dia da empresa. A eficiência operacional reside nesse equilíbrio entre gestão de dados, fluxo de trabalho organizado e colaboradores engajados.

Quer entender como aliar esses quesitos na prática? Continue a leitura e descubra como a tecnologia pode ajudar.

O que é logística empresarial e para que serve?

Logística empresarial é um processo administrativo que envolve articular todos os eixos de armazenagem, transporte e distribuição visando otimizar a cadeia de suprimentos. Ou seja, a ideia ao elaborar um planejamento logístico é aumentar a margem de lucro sem sobrecarregar a força de trabalho.

Isso envolve tanto os próprios colaboradores quanto os demais recursos organizacionais da empresa. A intenção é ganhar eficiência utilizando esses recursos de uma forma mais inteligente. 

Assim, o gestor não só otimiza a cadeia de suprimentos de ponta a ponta, como também consegue moldar novos padrões que vão guiar processos de melhoria contínua.

A logística empresarial serve, portanto, para garantir o fluxo adequado da cadeia de suprimentos, identificando gargalos para que as equipes consigam se antecipar a riscos que possam gerar interrupções ou mesmo retrabalho constante.

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Diferença entre logística empresarial e cadeia de suprimentos

Embora sejam conceitos semelhantes, existe uma diferença básica entre logística empresarial e cadeia de suprimentos. Enquanto o primeiro está relacionado à gestão do fluxo de trabalho no hub logístico das empresas, a cadeia de suprimentos em si está mais relacionada ao conjunto de operações que precisam ser cumpridas para garantir a produção contínua, previsível e ajustada da empresa.

Qual é a importância da logística empresarial?

A logística empresarial é um processo crucial, não só porque organiza o fluxo de trabalho internamente, mas sobretudo pois permite à empresa expandir suas possibilidades de atuação ao replicar padrões de sucesso já testados e estabelecidos.

Nesse sentido, tarefas intrínsecas ao processo logístico, como gestão de estoque, distribuição integrada e transporte multimodal, culminam também na proposição de melhorias contínuas na empresa, bem embasadas tanto do ponto de vista administrativo quanto técnico.

Esse processo, naturalmente, resulta em diversos benefícios:

  • Possibilidade de expansão do campo de atuação;
  • Redução de custos operacionais;
  • Aumento expressivo da lucratividade;
  • Maior engajamento das equipes;
  • Fluxo de trabalho bem definido e organizado;
  • Sequência lógica de processos internos;
  • Uso racional dos recursos organizacionais.

Quais são os profissionais envolvidos neste processo?

Uma logística empresarial bem-sucedida exige pelo menos dois núcleos profissionais: um setor de prestação de serviços logísticos e um setor de operação. Os prestadores de serviço, por exemplo, podem ser colaboradores internos da instituição ou mesmo uma empresa terceirizada contratada para gerir este núcleo.

Já o setor operacional envolve colaboradores responsáveis por elaborar, implementar e executar o planejamento logístico viável para a empresa, considerando especialmente sua capacidade de produção e os recursos organizacionais disponíveis, como aporte financeiro, mão de obra especializada e aparato tecnológico.

Como otimizar a logística empresarial em três passos

Quando falamos em planejamento logístico, pensamos neste processo como um passo a passo. Afinal, por ser uma operação minuciosa, seu plano exige prever riscos e delimitar etapas, de modo que uma otimize a outra e assim por diante.

Nesse âmbito, podemos enxergar a logística empresarial como uma operação totalmente integrada, dividida em etapas que se complementam, visando um resultado que indique máximo desempenho.

Essa é a prova de que os recursos foram bem aproveitados sem que a força operacional ficasse prejudicada. Pensando nessa sequência lógica de etapas, definimos três passos fundamentais da logística empresarial

1. Organize o fluxo de trabalho

Para lidar com as demandas e particularidades de cada etapa da logística empresarial, é imprescindível estruturar o fluxo de trabalho. A cadeia de suprimentos tem começo, meio e fim. A rotina operacional, portanto, deve se basear na cronologia dessas etapas.

Pouco adianta otimizar as atividades relacionadas ao final da cadeia se os pontos de partida não estão bem definidos. Clareza, objetividade e precisão são aspectos essenciais para contemplar as prioridades de cada etapa, sejam elas relacionadas à armazenagem, transporte, distribuição ou qualquer outro componente dessa infraestrutura logística.

Mas como fazer isso de maneira assertiva e sem desperdiçar o tempo operacional das equipes? Aqui, a tecnologia assume o papel principal. Sem o suporte de um bom aparato tecnológico, fica muito difícil definir um fluxo de trabalho conciso e compatível com as habilidades e funções de cada equipe.

Por outro lado, quando o time logístico dispõe de softwares que organizam o fluxo de tarefas e sintetizam essas informações para todos os membros envolvidos, as operações imediatamente ganham rigor e agilidade. Isso é possível, por exemplo, com o uso de checklists eletrônicos.

Há, ainda, uma série de ganhos secundários, como o melhor aproveitamento do tempo das equipes, já que tarefas que antes eram manuais, repetitivas e exaustivas, passam a ser desempenhadas por ferramentas tecnológicas guiadas pela inteligência dos dados.

Com um bom suporte tecnológico, é possível:

  • Distribuir e delegar tarefas aos responsáveis;
  • Definir prazos conforme as prioridades de cada setor;
  • Automatizar processos extensos e repetitivos;
  • Checar informações relacionadas a produtos, processos e gestão. 

2. Integre dados e alinhe setores

O raciocínio do tópico anterior nos leva ao segundo passo para uma logística empresarial bem-sucedida: trabalhar com uma base unificada de dados. Como as etapas da cadeia de suprimentos são minuciosas – e algumas extensas – ganhar a confiabilidade dos dados ajuda a gerir o processo com mais acurácia e, consequentemente, menos retrabalho.

É importante que essa base de dados esteja acessível a todos os membros das equipes. Isso vai garantir uma comunicação alinhada entre os departamentos, mantendo todos os colaboradores engajados.

Assim, caso alguma tarefa do fluxo de trabalho apresente gargalos ou sinais de alerta, os demais times já poderão se antecipar nas tratativas para evitar que esses gargalos comprometam as etapas futuras. Isso significa trabalhar com previsibilidade e baixo risco.

Uma ferramenta inteligente de coleta e análise de dados permite:

  • Trabalhar com indicadores sólidos e confiáveis;
  • Dar suporte à comunicação entre os departamentos;
  • Embasar decisões estratégicas dos gestores;
  • Fundamentar feedbacks que serão repassados às equipes. 

3. Escolha a ferramenta mais adequada

Lendo até aqui, você já compreendeu a importância de contar com suporte tecnológico para otimizar a logística empresarial. Porém, o que muitos gestores não levam em conta é o fato de que a ferramenta escolhida precisa se adaptar às particularidades de cada hub logístico.

Ou seja, os recursos devem ser escolhidos a dedo para que suas funcionalidades sejam aproveitadas ao máximo pela empresa, pois é isso que vai justificar o custo-benefício envolvido.

Interfaces intuitivas, facilidade de acesso, compatibilidade com outros sistemas, integração com outras bases de dados etc. são diferenciais importantes na hora de escolher o melhor software para guiar sua gestão logística.

Para além dessas características, é importante observar se a ferramenta contempla os seguintes atributos:

  • Geração de relatórios completos com indicadores de desempenho;
  • Acompanhamento de fluxos de trabalho entre os times e gestores;
  • Unificação, organização e facilidade de acesso à base de dados;
  • Monitoramento do uso de recursos operacionais em tempo real.

Escolhendo a ferramenta certa e mantendo seu time bem treinado, os resultados do seu planejamento logístico vão aparecer bem antes do que você imagina. Assim, em um espaço de tempo recorde, será possível replicar padrões de sucesso e colocar em prática planos cada vez mais ambiciosos de melhorias contínuas.

O Checklist Fácil é a ferramenta ideal para guiar você neste percurso. O sistema pode ser aplicado na inspeção e padronização de qualquer processo ou atividade, como:

Dessa forma, é possível garantir total eficiência para a operação logística e centralizar dados e informações.

Mais de 2.000 empresas em 14 países já utilizam o sistema para gerir seus processos, incluindo grandes nomes do setor logístico, como DHL, Via Lácteos, Solística e Ativa Logística. Agora é sua vez!

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Foto de Marcelo Ferreira
Marcelo Ferreira
Marcelo Ferreira é Diretor Executivo da Starian Eficiência Operacional. Soma mais de 20 anos de experiência, sendo os últimos em posições de liderança em empresas de TI e serviços como Xerox, SAP, Serasa Experian, Google, Oracle e Cortex Intelligence. Com ampla experiência em Vendas Corporativas e Governamentais, Marketing, Gestão de Canais, Implementação de Projetos, Gestão de P&L e Transformação Digital, possui sólido conhecimento em soluções de TI, além de habilidade em visão de negócios, colaboração, formação e trabalho em equipe, definição/alcance de metas e negociação. Cursou MBAs em Gestão de Negócios e Marketing, além de diversas especializações em gestão de negócios e pessoas.

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