ESG na Prática: 

Como começar um projeto na sua empresa  

O fato é que a informação é cada vez mais importante para demonstrar resultados de ESG. Além disso, é preciso pontuar que cada organização possui um contexto, modelo de negócio e particularidades, que devem ser integradas a um planejamento.

Porém, vale lembrar que, quanto antes uma empresa priorizar valores sustentáveis no seu dia a dia, mais próxima ela estará de obter êxito e de garantir resultados concretos, com retorno – inclusive financeiro – sobre ações nesse âmbito.

Neste ebook produzido em parceria com a Rever Consulting, você vai entender como colocar um projeto de ESG em prática no seu negócio. Lembrando que nem sempre é preciso ter todas as ferramentas em mãos para começar a implementar critérios de sustentabilidade nas rotinas. O que vale é ter um ponto de partida!

Vale destacar!

O ESG utiliza fatores Ambientais, Sociais e de Governança para avaliar empresas em quão avançados estão com temas específicos da sustentabilidade. Uma vez adquiridos dados suficientes sobre essas três métricas, elas podem ser integradas a critérios de investimento, possibilitar mais acesso a capital e representar forças importantes na influência para tomada de decisão na aquisição de produtos e serviços.

O ESG é uma oportunidade para sua empresa?

Pensar em ESG certamente é uma vantagem para qualquer tipo de corporação, e você só precisa descobrir como isso de fato se reflete na sua realidade. A principal pergunta a ser feita é: qual é o impacto e a importância da sustentabilidade para a sua organização?

De acordo com a Rever Consulting, uma metodologia muito usual para buscar essas respostas é a Análise de Materialidade. A finalidade dessa aplicação é:

Para tanto, essa ferramenta de gestão fornece subsídios para desenvolver uma estratégia de sustentabilidade com base em priorização. Para partirmos de um exemplo prático, veja abaixo como ela pode ser construída:

Ao elaborar esse mapeamento, você terá um retrato sobre a maturidade da empresa frente à pauta ESG e a práticas sustentáveis. Mas, um pouco mais adiante, voltaremos a essa parte do diagnóstico de forma mais aprofundada.

Antes disso, vale um reforço sobre o que é, de fato, considerado desenvolver-se com sustentabilidade. Existem diretrizes oficiais sobre o tema, e tudo isso deve estar alinhado ao planejamento de uma corporação no momento de avançar em direção a pautas ESG. Veja a seguir!

Conheça os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Você conhece os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável listados pela Organização das Nações Unidas (ONU)? Visando um desenvolvimento mais sustentável, diverso, inclusivo e justo, cada um dos ODS descreve um desafio na composição de uma agenda comum a todos os países.

Saber quais são essas diretrizes é fundamental para alinhar a gestão de um negócio a propostas capazes de viabilizar um mundo com mais qualidade de vida. Por isso, confira um resumo de cada um dos objetivos a seguir.

Erradicar a pobreza: direcionar esforços para os mais vulneráveis, aumentar recursos e serviços básicos para comunidades que sofrem com conflitos ou desastres relacionados às mudanças climáticas e acabar com a pobreza até 2030.

Fome zero e agricultura sustentável: conquistar a segurança alimentar promovendo a agricultura sustentável e melhores condições de nutrição, a fim de extinguir a fome e a desnutrição com comida suficiente e nutritiva para todas as pessoas até 2030.

Saúde e bem-estar: promover o bem-estar e uma vida saudável para pessoas de todas as idades, com interconexão entre esses dois pilares visando o combate às principais causas de morte e doenças no mundo.

Educação de qualidade: fomentar oportunidades de aprendizado para que todas as crianças tenham acesso ao ensino básico, além do treinamento vocacional acessível, eliminando disparidades de gênero e riqueza com educação de qualidade para todas as pessoas.

Igualdade de gênero: acabar com a discriminação e com desigualdades em todas as regiões do mundo, combatendo a violência sexual e a exploração, fornecendo direitos iguais à terra e à propriedade, à saúde sexual e reprodutiva, à tecnologia e à internet.

Água limpa e saneamento: garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água e do saneamento básico para todas as pessoas, revertendo a escassez desse recurso básico que afeta atualmente cerca de 40% da população.

Energia limpa e acessível: assegurar investimentos em fontes de energia renovável e expandir infraestruturas para que toda a população possa ter energia limpa e eficiente, reduzindo principalmente a dependência de combustíveis fósseis.

Trabalho decente e crescimento econômico: oferecer emprego pleno e trabalho para todas as pessoas, com crescimento econômico inclusivo e sustentável, com medidas eficazes para erradicar o trabalho forçado, a escravidão e o tráfico de seres humanos.

Inovação na infraestrutura: difundir a industrialização de forma inclusiva e sustentável, incentivando a inovação de forma resiliente, com progresso tecnológico, democratização do acesso à internet, à informação e ao conhecimento.

Redução das desigualdades: propor soluções para combater a desigualdade de renda. Segundo um relatório da Oxfam apresentado em 2023 no Fórum Econômico Mundial, 2/3 de toda a riqueza gerada desde 2020 está nas mãos de 1% da população mundial. Mudar isso requer monitoramento dos mercados financeiros e instituições, junto a serviços de assistência à população em regiões de maior necessidade.

Cidades e comunidades sustentáveis: criar carreiras e oportunidades de negócios suficientes para atender a rápida urbanização, com investimento em transporte público, áreas verdes e crescimento planejado.

Consumo e produção responsáveis: mudar a forma de consumo e de exploração do planeta para uma gestão eficiente dos recursos naturais, fornecendo base para segurança alimentar e eficiência econômica.

Ação contra mudança global do clima: as emissões de gases de efeito estufa estão 50% mais altas do que na década de 90, e esse objetivo visa limitar os efeitos do aquecimento global e das mudanças climáticas com gestão de risco de desastres e contenção do aumento da temperatura média global.

Vida na água: proteção dos ecossistemas marinhos e costeiros contra poluição, fortalecendo a conservação e o uso sustentável de recursos para contrabalançar os efeitos das mudanças climáticas.

Vida terrestre: reduzir a perda de biodiversidade e proteger habitats naturais, vitais para a vida de milhões de espécies e fontes importantes de ar e água limpos. Isso também reflete no combate às mudanças climáticas.

Paz, justiça e instituições eficazes: diminuir significativamente todas as formas de violência junto a governos e comunidades para erradicar conflitos e problemas de segurança, acabando com o fluxo de armas ilícitas e promovendo o estado de direito.

Parcerias e meios de implementação: aprimorar a cooperação entre os países, melhorando o acesso à tecnologia e ao conhecimento e coordenando políticas que ofereçam suporte a regiões menos desenvolvidas.

Como colocar os ODS em prática?

Ao analisar todos esses objetivos, a menção de conquistas a nível global pode transmitir a sensação de que tudo isso está um pouco distante de profissionais ou corporações. Porém, um trabalho de reconhecimento das responsabilidades e prioridades, pode aproximar as organizações dos ODS que mais possuem sinergia com cada negócio.

Vamos a exemplos práticos?

Quando a sua empresa estrutura uma política de gestão de resíduos, ela está contribuindo para vários dos objetivos listados acima. Também podemos citar a adoção de tecnologias que otimizam o uso de recursos, como é o caso da digitalização de processos.

Isso significa que adquirir equipamentos que reduzem o consumo de energia ou optar por uma ferramenta como o Checklist Fácil, que reduz expressivamente a quantidade de papel no dia a dia, colabora para:

Outro caso simples e com interferência direta em vários ODS é a criação de vagas afirmativas nas empresas. Ao gerar oportunidades com foco em diversidade, uma organização automaticamente contribui para:

O que vimos acima ilustra o quanto pequenas iniciativas dentro de uma única organização podem entrar em um somatório de transformações no mercado, mudando a realidade de cidades, estados, países, continentes e, por fim, do mundo.

Confira mais alguns exemplos comentados pelo time da Rever Consulting no vídeo a seguir:

Prepare-se para alcançar resultados de excelência

Os ganhos de uma estratégia baseada em sustentabilidade são, sobretudo, válidos para as próprias organizações que colocam as iniciativas em prática. Em resumo, estes são os principais benefícios que a sustentabilidade pode proporcionar a um negócio:

Na sequência, você vai conferir uma análise mais detalhada com dados que comprovam os resultados positivos de práticas sustentáveis.

Otimização de custos

As empresas que adotam iniciativas de ESG podem reduzir custos, aumentar a eficiência operacional e melhorar o desempenho financeiro. Isso é possível tanto pela otimização no uso de recursos quanto por vantagens competitivas que o negócio pode adquirir.

Estimativas da McKinsey & Company apontam que o impacto no lucro operacional de um negócio com ações de sustentabilidade pode chegar a 60%.

Competitividade e inovação

Práticas ESG melhoram a reputação, fortalecem relações com clientes e investidores, e aumentam a capacidade de inovação. Por exemplo, empresas que são reconhecidas por suas práticas sustentáveis podem atrair mais clientes e investidores, enquanto empresas que adotam práticas de diversidade e inclusão podem criar um ambiente de trabalho mais produtivo e inovador.

A pesquisa Global Consumer Insights Pulse, realizada pela PwC revelou que 70% dos consumidores brasileiros (e 77% no mundo) aceitariam pagar mais por produtos fabricados de forma mais sustentável. Outro ponto importante é que, de acordo com uma pesquisa da Russel Investments, 82% dos gestores de ativos incorporaram ESG nas avaliações de investimento. Tudo isso confirma o quanto estratégias de sustentabilidade são capazes de impulsionar o crescimento de empresas.

Eficiência operacional

Critérios ESG podem melhorar a segurança de pessoas colaboradoras e instalações, reduzir o impacto ambiental de suas operações e aumentar a produtividade das equipes.

Por exemplo: empresas que adotam práticas de segurança e saúde ocupacional podem reduzir o risco de acidentes, enquanto empresas que adotam práticas de gestão de resíduos podem reduzir custos e, muitas vezes, reaproveitar materiais.

Employer branding

Organizações sustentáveis consideram essencialmente valores de inclusão e diversidade na estruturação de equipes, além da preservação do meio ambiente e de uma gestão equilibrada no uso de recursos. Com isso, tendem a conquistar não só outras vantagens já mencionadas, como competitividade e inovação, mas também um ganho importante para retenção e atração de talentos: o employer branding.

Esse conceito diz respeito à gestão de imagem de uma empresa como um bom local para se trabalhar. Dessa forma, em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, contar com colaboradores que defendem uma corporação é um diferencial significativo. A pesquisa em inglês Millennial & Gen Z Survey 2023, da Deloitte, analisa os impactos do mercado de trabalho nessas gerações e traz dados que comprovam o quanto a preocupação com ESG é valorizada — junto a outros critérios — na carreira desses profissionais.

Mais da metade da Geração Z (55%) e Millennials (54%) afirma pesquisar sobre o impacto ambiental e as políticas de uma marca antes de aceitar um emprego nela. Uma pessoa em cada seis da Geração Z (17%) e Millennials (16%) já mudou de emprego ou setor devido a preocupações com o clima, com mais 25% da Geração Z e 23% dos Millennials dizendo que planejam fazer isso no futuro.

Benchmarking de ESG

A Rever Consulting tem um benchmarking interessante para comprovar os efeitos positivos do ESG. Daniel Frazão, responsável pelo setor de inovação da Steck (empresa do grupo Schneider, líder de mercado no fornecimento de materiais elétricos), compartilhou os pilares que sustentam a estratégia da empresa e algumas ações adotadas com o apoio da consultoria:

Comece o seu projeto de ESG

Qualquer tipo de negócio pode dar os primeiros passos rumo à sustentabilidade. Aliás, quanto antes isso for feito em uma organização, maiores são as chances de criar uma estrutura consistente conforme o desenvolvimento da empresa.

A partir de agora, você vai conferir as etapas primordiais para elaborar um projeto eficiente e, mais do que isso: garantir a execução, metrificação e aperfeiçoamento de tudo que for planejado.

1. Procure um parceiro para orientar a sua organização

Contar com especialistas para criar e implementar um plano efetivo de ESG na empresa pode ser um grande diferencial. Essa é, inclusive, uma forma de acelerar e potencializar tudo que for executado, partindo de um projeto focado em boas práticas alinhadas ao modelo e à cultura do negócio.

A visão de especialistas é primordial para a compreensão sobre o contexto da organização. Eles saberão direcionar a estratégia da melhor forma, considerando questões fundamentais como:

Por todos esses motivos, ter o apoio de consultores pode facilitar muito a escolha do melhor caminho a seguir para o êxito das iniciativas.

2. Etapa de diagnóstico: avalie necessidades e oportunidades do seu negócio

Há um momento certo, além de diferentes possibilidades, para que cada pilar de ESG seja bem estabelecido dentro de uma organização. A fase de avaliação é, portanto, essencial para cumprir esse alinhamento. Lembra que falamos um pouco sobre isso lá no início do ebook, quando mencionamos a Análise de Materialidade?

É comum que as corporações tenham dúvidas como: por qual dos três pilares de ESG é preciso começar? O que é preciso fazer para garantir a continuidade das iniciativas? Uma pesquisa da HRTech Mereo com a consultoria global Kyvo identificou que somente um terço das empresas consegue trabalhar ações Ambientais, Sociais e Governamentais ao mesmo tempo.

Um bom diagnóstico, realizado por uma consultoria especializada, será importante para responder essas e outras perguntas que irão surgir desde as primeiras discussões sobre o assunto.

3. É hora de planejar

Chegamos à etapa principal, que é o momento de colocar tudo em um planejamento detalhado para execução. Para que nenhum detalhe fique de lado, vamos listar cada uma das recomendações a serem seguidas neste momento.

Defina uma estratégia comum a toda empresa

O fato de ter todas as áreas colaborando para que a sustentabilidade seja incorporada à empresa é um meio de facilitar a comunicação e a coordenação ao longo da execução dos projetos. Para tanto, é indispensável analisar e priorizar os riscos críticos da operação ao estabelecer a estratégia de sustentabilidade.

Por exemplo: o que pode influenciar na reputação da corporação? Existem ameaças legais ou financeiras? Quais são? O que pode ser um obstáculo para a visão estratégica do negócio?

De acordo com a Rever Consulting, as respostas de todas essas perguntas ajudam a considerar aspectos de cultura, maturidade e recursos (humanos e financeiros) na hora de criar planos de ação com KPIs e metas.

Estabeleça a governança

Um projeto só será bem executado se cumprir alguns requisitos de governança, como:

Diante disso, algumas ações específicas podem fornecer um bom suporte ao andamento das ações, como a criação de um comitê de supervisão do projeto e a criação de um código de conduta com os princípios e valores a serem praticados.

Trabalhe em planos específicos por áreas

Tenha em mente que um projeto de sustentabilidade precisa ter reflexos fortes o suficiente para se tornar parte da cultura da empresa. A divisão das ações por área é a base para que isso aconteça, permitindo a ramificação dos valores e a convergência de todo o negócio rumo a objetivos comuns.

Defina um orçamento

Destinar investimentos a iniciativas de sustentabilidade pode ser considerado o desafio mais expressivo para a evolução das agendas nas corporações. Segundo o relatório 2022 CEO Outlook , da KPMG, enquanto a incerteza econômica persiste, 50% dos executivos estão pausando ou reconsiderando esforços de sustentabilidade existentes ou planejados nos próximos 6 meses, e 34% já o fizeram.

Frente às instabilidades do mercado, a melhor solução é seguir algumas premissas:

Metrificar e acompanhar tudo que for executado será essencial para justificar o orçamento dedicado a projetos de sustentabilidade. Essa documentação será valiosa para ampliar ou reduzir os valores levantados, e no próximo tópico vamos falar sobre a importância do apoio da tecnologia para essa finalidade.

4. Escolha ferramentas para monitorar as ações e obter relatórios

Registrar e ter visão sobre os indicadores é a única maneira eficaz de compreender os efeitos de uma atuação em sustentabilidade na transformação de um negócio. Por esse motivo, eleger métodos e ferramentas para ter disponibilidade de dados é uma das principais decisões para o sucesso da estratégia.

Mais à frente, falaremos sobre exemplos práticos de empresas que dedicaram atenção a essa escolha, realizando registros frequentes nas rotinas e reunindo embasamento suficiente para detectar oportunidades de melhoria ou ajustes no que foi planejado.

O mercado cobra cada vez mais confiabilidade e relevância nas informações relacionadas à sustentabilidade. Junto a maneiras de controlar as apurações, é preciso também levar em conta o apontamento de dados que realmente podem apoiar a tomada de decisões.

De acordo com a pesquisa (em inglês) da Deloitte, Using sustainability reporting to drive behavioral change (Como relatórios de sustentabilidade podem promover mudanças comportamentais), muitos relatórios são saturados. Embora 92% das empresas do índice S&P comuniquem métricas de ESG, ainda há um "déficit de credibilidade e um excesso de confusão".

Segundo o levantamento, executivos corporativos afirmam ainda que a disponibilidade de dados de qualidade e a necessidade de recursos adicionais e tecnologia adequada são os principais obstáculos para uma maior preparação em ESG.

5. Letramento e engajamento das lideranças e colaboradores

É imprescindível assegurar o envolvimento dos gestores em um projeto de ESG a fim de, a partir deles, estimular a participação de todos os colaboradores nas ações previstas. Depois de ter todas as diretrizes prontas, deve-se considerar um repasse estruturado de informações para os times.

Esse é um meio de levar conhecimento e propósito a todas as pessoas da empresa. Uma vez em poder de informações sobre questões ambientais, sociais e de governança, os líderes e colaboradores estarão cientes dos impactos das atividades empresariais e das oportunidades para promover práticas mais responsáveis de maneira colaborativa.

Caso de uso: exemplo de registro para controle de gases de efeito estufa

A Elastri Engenharia, maior construtora do Sul do Brasil, utiliza o Checklist Fácil para realizar os registros de gases de efeito estufa para fins de inventário e de relatórios externos. A solução facilitou os controles mensais da empresa para reunir os dados em um indicador anual para o Programa Brasileiro GHG Protocol, uma iniciativa ligada a padrões globais para controle de emissão de gases na atmosfera.

No vídeo abaixo, você pode conferir como a ferramenta ajudou a Elastri a otimizar esse monitoramento e a assegurar a credibilidade das informações. O engenheiro de sustentabilidade, João Marco Kretzer, explicou o uso em detalhes:

Esse é apenas um exemplo de como o Checklist Fácil pode apoiar a metrificação de ações ligadas a ESG nas empresas. Na visão do engenheiro de sustentabilidade da Elastri, a tecnologia é capaz de ajudar qualquer negócio a vencer o desafio de organizar indicadores e fazer análises aprofundadas sobre as métricas de sustentabilidade:

A relação entre ESG e a tecnologia

Para muitos profissionais e especialistas da área de ESG, a tecnologia é um meio de concretizar metas de sustentabilidade. O estudo KPMG 2022 CEO Outlook, por exemplo, indica que 74% dos CEOs concordam que os investimentos estratégicos digitais e de sustentabilidade de suas organizações estão intrinsecamente ligados.

Mais do que isso, além da participação expressiva com soluções que favorecem práticas sustentáveis no mercado, as empresas de tecnologia estão entre os segmentos de mercado que mais priorizam temas de ESG nas organizações.

Dados apresentados pela Forbes mostram que mais de 70% dos negócios do segmento mantêm valores de sustentabilidade como a segunda prioridade geral.

Greenwashing: um obstáculo a ser vencido

A expressão é utilizada para se referir a exageros ou divulgações falsas sobre sustentabilidade e, em português, podemos usar termos correspondentes como “lavagem verde” ou “maquiagem verde”.

O alerta contra esse tipo de problema é cada vez maior no mercado. O levantamento Gaps ESG 2023, da PwC, revela um grande déficit de confiança nesse sentido: 91% dos investidores no Brasil (87% no mundo) acreditam que os relatórios sobre o desempenho da sustentabilidade podem ter greenwashing. Tal fator demonstra a exigência de critérios na construção desses documentos, o que depende também de instrumentos para registro e análise de métricas.

Transformação por meio da sustentabilidade

O Grupo Softplan, sediado em Florianópolis (SC), colabora com a integração e geração de valores sustentáveis com um portfólio diverso de tecnologias. Com mais de 11 mil clientes e 2500 colaboradores, fornece sistemas que abrangem:

Com o propósito da transformação, a organização estimula ações inovadoras nos clientes a partir dos softwares desenvolvidos pelas empresas do grupo.

Checklist Fácil: mais sustentabilidade para qualquer tipo de negócio

A Checklist Fácil é uma das companhias que integram o Grupo Softplan, e oferece ao mercado o sistema líder na América Latina em padronização e gestão de processos. A flexibilidade da solução viabiliza seu uso em uma ampla diversidade de modelos de negócio e departamentos.

É possível digitalizar auditorias, inspeções de rotina, pesquisas e fluxos de atividades, acabando de vez com registros em papéis e otimizando o tempo de trabalho dos profissionais envolvidos nesse tipo de tarefa. Com isso, os clientes conquistam ganhos significativos de sustentabilidade, refletindo diretamente em resultados de ESG:

Environmental (Ambiental)

Social

Governance

Confira tudo isso em cases de sucesso que exemplificam o que mencionamos acima!

Conclusão

Agora que você chegou até aqui com tantas informações para inspirar boas práticas de sustentabilidade no seu negócio, é hora de fazer acontecer!

Dê o primeiro passo rumo à eficiência operacional do seu negócio e conte com quem mais entende do assunto para seguir em frente, evoluindo cada vez mais com iniciativas de ESG na sua empresa.

Avalie o score de sustentabilidade da sua corporação aplicando um modelo de checklist com mais de 50 itens de ESG

Outra possibilidade é testar gratuitamente o Checklist Fácil, fazendo uma auditoria interna de ESG diretamente na plataforma.

Se preferir, fale com um dos especialistas no sistema e entenda as possibilidades de uso dentro da sua empresa!