homem desenhando tipos de fluxograma

Tipos de fluxograma: conheça os principais e aprenda a escolher o ideal

Conheça os principais tipos de fluxograma, aprenda a utilizá-los na prática e saiba qual escolher para melhorar processos e organizar informações de forma eficiente na sua empresa.
Tempo de leitura: 5 minutos

Os tipos de fluxograma são variações dessa ferramenta visual que representam processos, sistemas ou fluxos de trabalho de maneira organizada. Eles incluem fluxogramas de processo, de decisão, funcionais e diagramas de blocos, cada um adequado para contextos específicos, como identificar gargalos, documentar operações ou melhorar a comunicação em projetos.


Os tipos de fluxograma são ferramentas visuais amplamente utilizadas para organizar processos, representar etapas de trabalho e facilitar a tomada de decisões. Cada tipo possui características específicas que se adequam a diferentes contextos, desde mapeamento de processos empresariais até a explicação de fluxos operacionais.

Neste guia completo, você vai conhecer os principais tipos de fluxograma, exemplos práticos de aplicação e dicas para escolher o mais eficiente para suas necessidades.

O que é fluxograma?

Um fluxograma é uma representação visual de um processo ou sequência de etapas. Ele utiliza símbolos padronizados, como retângulos, losangos e setas, para ilustrar a ordem das atividades e a direção do fluxo de trabalho.

Esse diagrama permite que as pessoas compreendam rapidamente como as tarefas estão conectadas e como a ação avança, facilitando a análise e a melhoria de processos.

O fluxograma é amplamente utilizado em diversas áreas, como administração, engenharia, informática e até em educação, para simplificar e comunicar processos complexos.

Dependendo da complexidade do processo, o fluxograma pode ser simples ou altamente detalhado, atendendo a diferentes necessidades de comunicação.

Veja abaixo um resumo dos principais símbolos utilizados:

símbolos fluxograma

Qual é a importância do fluxograma?

A importância do fluxograma está em sua capacidade de representar processos de maneira clara e visual. Ele facilita a compreensão das etapas de um procedimento, tornando mais simples identificar como as atividades se interconectam e qual é a sequência correta a ser seguida.

Isso é bastante útil em situações de treinamento, auditoria e comunicação entre equipes, pois todos os envolvidos podem entender rapidamente o fluxo de trabalho sem a necessidade de explicações complexas.

Além disso, o fluxograma desempenha um papel crucial na identificação de problemas e otimização de processos. Com o mapeamento visual, é possível visualizar gargalos, ineficiências ou redundâncias, permitindo que ajustes sejam feitos para melhorar o desempenho.

Ele também serve como uma ferramenta de documentação, garantindo que os processos sejam bem descritos e possam ser facilmente seguidos ou auditados no futuro.

9 tipos de fluxogramas com exemplos práticos

Abaixo, conheça os principais tipos de fluxograma, suas características e exemplos práticos de aplicação.

Fluxograma de processo

O fluxograma de processo é um dos mais comuns, usado para representar a sequência de atividades em um sistema ou operação. Ele detalha cada etapa, incluindo entradas, saídas e decisões.

Os exemplos incluem mapeamento do processo de fabricação de um produto, desde a entrada de matéria-prima até a embalagem.

fluxograma de processo

Fluxograma funcional

Também chamado de fluxograma swimlane, o fluxograma funcional organiza as etapas de um processo por departamentos ou funções, mostrando claramente as responsabilidades de cada área.

Uma aplicação comum é no fluxo de aprovação de documentos em uma empresa, destacando as ações do setor de RH, financeiro e diretoria, por exemplo.

fluxograma funcional

Fluxograma vertical

No fluxograma vertical, as etapas são representadas de cima para baixo, destacando hierarquias ou fluxos sequenciais, como em um fluxograma para hierarquia de decisões.

fluxograma vertical

Fluxograma horizontal

O fluxograma horizontal conta com uma representação gráfica mais avançada que o vertical, ao utilizar uma matriz em que as etapas são apresentadas no eixo horizontal, em símbolos que indicam a ação correspondente a elas. É ideal para processos mais robustos, como uma evolução do modelo anterior.

fluxograma horizontal

Fluxograma de documentação

O fluxograma de documentação foca na criação de um registro detalhado de processos, ideal para auditorias ou normatizações. Ele destaca interações entre documentos e etapas específicas.

Um exemplo é o processo de emissão e arquivamento de notas fiscais em uma empresa.

Diagrama de blocos

O diagrama de blocos é uma versão simplificada do fluxograma, com foco em representar o processo de forma macro. Utiliza blocos conectados por setas para mostrar as etapas principais.

Aqui, pode-se incluir a representação de um sistema de produção industrial, como entrada de insumos, processamento e saída de produtos acabados.

diagrama de blocos

Fluxograma de dados

Representa o fluxo de informações ou dados dentro de um sistema. É amplamente utilizado em projetos de TI e desenvolvimento de sistemas para mapear entradas, saídas, armazenamento e processamento de dados.

Como exemplo, é possível citar o fluxo de dados em um sistema de gestão de estoque.

Fluxograma de sistemas

Focado em mostrar a interação entre componentes ou sistemas dentro de um processo. Ele destaca os relacionamentos entre entradas, processos e saídas.
Um exemplo é o diagrama de funcionamento de um sistema de ERP.

Fluxograma de decisão

Usado para mapear opções e decisões dentro de um processo. Ele é ideal para representar cenários onde escolhas ou condições específicas influenciam o resultado.

O processo de triagem de clientes para aprovação de crédito é um exemplo de fluxograma de decisão.

Fluxograma de algoritmo

Comumente utilizado na programação, representa a lógica de resolução de problemas ou execução de tarefas em sequência.

Um exemplo é o algoritmo para calcular o imposto devido em uma operação de venda.

Como escolher o tipo de fluxograma ideal?

Escolher o tipo de fluxograma ideal exige considerar o objetivo, o público-alvo e a complexidade do processo que você deseja mapear. Abaixo, confira algumas orientações práticas:

1. Defina o objetivo

O primeiro passo é entender o propósito do fluxograma. Se você precisa analisar cada etapa em detalhes, o fluxograma de processo é a melhor escolha.

Já para representar responsabilidades entre departamentos, opte pelo fluxograma funcional. Para um panorama mais simples e geral, o diagrama de blocos atende bem.

2. Considere o público-alvo

Adapte o nível de detalhe do fluxograma ao público que irá utilizá-lo. Profissionais técnicos geralmente preferem fluxogramas de documentação, que são detalhados e abrangem todas as interações do processo.

Por outro lado, gestores e executivos podem se beneficiar de representações mais simplificadas, como os diagramas de blocos, que facilitam a compreensão rápida.

3. Avalie a complexidade do processo

A complexidade do processo também influencia a escolha. Para processos lineares e mais simples, o fluxograma vertical é eficiente, pois organiza as etapas de maneira clara e sequencial.

Já para processos que envolvem diferentes departamentos ou fluxos paralelos, o fluxograma horizontal ou o funcional são ideais, pois destacam as interações entre áreas e etapas.

Gestão de fluxos de trabalho com tecnologia

A gestão eficiente de fluxos de trabalho se tornou indispensável em um mundo onde a agilidade e a precisão são diferenciais competitivos. Felizmente, com o suporte da tecnologia, é possível automatizar processos, melhorar a comunicação entre equipes e aumentar a produtividade.

Nesse contexto, é possível contar com ferramentas modernas, como o módulo de Workflow do Checklist Fácil, que oferece uma solução completa para organizar fluxos de trabalho de forma visual e intuitiva.

workflow checklist fácil

Com ele, você pode criar fluxogramas personalizados, atribuir tarefas, monitorar prazos e acompanhar o progresso de atividades em tempo real. Isso garante maior controle, elimina retrabalho e promove a padronização dos processos em sua empresa.

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Foto de Fernanda Diez
Fernanda Diez
Com mais de 20 anos de experiência nas áreas de Marketing, Comunicação, Vendas e Estratégia, Fernanda Diez é Head de Marketing BR e LatAm na Starian Eficiência Operacional. É publicitária, com especialização em Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi. Possui ainda especialização em Live Marketing e Digital Analytics pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Concluiu MBA em Gestão de Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi e em Gestão Comercial pela Ibramerc. Atuou em empresas como Oracle, Rimini Street e Cortex Intelligence.

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