Aliar tecnologia e fator humano é uma das premissas da excelência operacional. Esse conceito consiste em manter o foco na qualidade das entregas e nas necessidades dos clientes, mas sem abrir mão da cultura organizacional das empresas. O objetivo é gerar os melhores resultados a partir dos recursos já disponíveis.
Identificar gargalos, reduzir custos e refinar a cultura organizacional fazem parte do que chamamos de excelência operacional nas empresas. Ou seja, esse conceito vai além de ter processos bem definidos e alcançar os melhores resultados.
Falar em eficiência operacional inclui também valorizar os colaboradores e fomentar um clima corporativo saudável. Afinal, isso também contribui para que as equipes se mantenham engajadas e com alta performance.
É disso que falaremos neste conteúdo, citando os pilares da excelência operacional e indicando ferramentas que podem otimizar esse processo por meio da união do fator humano com a tecnologia.
O que é excelência operacional?
Excelência operacional é o processo no qual os recursos organizacionais são utilizados de modo a proporcionar as melhores entregas para os clientes. Esse processo engloba desde os recursos humanos até as ferramentas que viabilizam fluxos de trabalho mais fluidos, organizados e dinâmicos.
Nesse sentido, quando falamos de excelência operacional, estamos nos referindo também à redução de desperdícios, qualidade total nas entregas e política de valorização contínua dos colaboradores.
Tudo isso precisa constar na cultura organizacional da empresa e refletir-se nas práticas cotidianas para que o local tenha, de fato, eficiência operacional. Para que isso seja possível, são necessários os seguintes aspectos:
- Construção de um planejamento estratégico que considere a relação entre recursos disponíveis, produtividade empresarial e cultura organizacional;
- Aprimoramento da gestão de processos a partir da análise de indicadores de desempenho, identificação de gargalos e melhoria contínua;
- Visão minuciosa das necessidades dos clientes, bem como manutenção de um relacionamento cordial e duradouro;
- Inovação nos processos para manter a competitividade empresarial e destacar-se dos concorrentes;
- Treinamento das equipes para que elas se mantenham motivadas e engajadas com as metas e estratégias da empresa.
Qual a diferença entre excelência operacional e melhoria contínua?
Ambos os conceitos são semelhantes e estão correlacionados. No entanto, existe uma diferença marcante entre eles: sem melhoria contínua, não é possível alcançar a excelência.
Ou seja, a excelência operacional é uma espécie de “guarda-chuva” que abrange um processo de melhorias contínuas, entre outras estratégias empresariais. Organizações que se preocupam em melhorar continuamente seu fluxo de trabalho estão em conformidade com o objetivo final de atingir a excelência.
Por isso, os dois conceitos operam em conjunto quando pensamos em qualidade de produtos, eficiência nos serviços e atualização de estratégias. E, claro, se refletem diretamente no relacionamento com os clientes e na competitividade da empresa no mercado.
Quais são os pilares da excelência operacional?
Foco nas necessidades dos clientes, valorização do fator humano e adesão às novas tecnologias são os pilares que sustentam a excelência operacional, permitindo aliar estratégias competitivas e cultura organizacional. A seguir, falaremos melhor desses pilares.
Foco no cliente
As necessidades do cliente devem sempre vir em primeiro plano num negócio, qualquer que seja o nicho de atuação. Isso não é novidade no mercado. No entanto, foi-se o tempo em que o cliente se satisfazia com o básico.
A entrega de produtos e serviços hoje em dia precisa estar plenamente alinhada com o estilo de vida do seu cliente, não só atendendo às necessidades dele, mas entregando algo a mais, o chamado valor agregado.
Por isso é tão importante estudar o mercado e seu público-alvo para tirar do papel estratégias de melhoria contínua. Em curto prazo, isso gera novos clientes e, em longo prazo, fideliza os antigos.
Uso do fator humano
É inegável que a transformação digital alterou padrões de consumo, de comportamentos e de trabalho. Mas isso não significa deixar o fator humano de lado. Pelo contrário, as ferramentas tecnológicas trazem melhores resultados quando operam em conjunto com a sensibilidade humana.
Isso fica ainda mais evidente, por exemplo, na definição da cultura organizacional de uma empresa e de seus dispositivos de trabalho. Se as ferramentas e cultura de determinado negócio não forem compatíveis com o dia a dia do colaborador, as relações de trabalho tendem a ter resultados menos frutíferos.
Experimente aplicar esse raciocínio nos demais setores de uma empresa e provavelmente você perceberá o quanto o uso do fator humano impulsiona a qualidade das entregas. Enquanto a tecnologia permite aproveitar melhor o tempo operacional, o fator humano torna mais empático o relacionamento com as equipes e com os clientes.
Gestão tecnológica
Contar com tecnologia de ponta é especialmente útil para lapidar seu plano de excelência operacional. Como vimos, o suporte tecnológico é uma espécie de elo que mantém todos os eixos do negócio operando em máximo desempenho.
Isso tem a ver com o que se convencionou chamar de Lean Manufacturing, que nada mais é do que o conceito de se fazer mais com menos, isto é, gerar os melhores resultados a partir dos recursos organizacionais já disponíveis na sua empresa. A tecnologia é, sem dúvida, um desses recursos mais valiosos.
Quais ferramentas permitem alcançar a excelência operacional?
Soluções tecnológicas que automatizam processos internos e estruturam melhor os fluxos de trabalho trazem excelência operacional para a empresa. No entanto, como vimos no tópico anterior, essas funcionalidades devem estar alinhadas com os valores e a cultura da instituição.
Esse alinhamento é necessário porque favorece o engajamento dos colaboradores com as novas soluções da empresa. Assim, fica mais fácil incorporá-las na rotina corporativa, de modo a otimizar o tempo operacional das equipes e “liberar” espaço nas agendas para aquelas demandas que exigem um olhar mais humanizado, como o relacionamento com o cliente.
Nesse sentido, as ferramentas de excelência operacional devem incluir funcionalidades que vão desde a compilação automatizada de informações em tempo real até a gestão inteligente desses dados. Afinal, a análise de indicadores é um ponto-chave para corrigir gargalos e otimizar demandas como controle de qualidade e gestão das equipes.
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