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Gestão Industrial: tudo que você precisa saber

Confira o que é, como fazer e como aprimorar o controle operacional de uma indústria com dicas, materiais práticos e recomendações reunidos em um só lugar!

O que é Gestão Industrial?

A gestão industrial compreende práticas de planejamento e organização, além da supervisão de rotinas e recursos para conduzir uma operação à eficiência máxima. É um processo com ferramentas e metodologias bem definidas para gerenciar as áreas e fluxos de trabalho na organização, aproveitando melhor os recursos.

Por esse motivo, é fundamental compreender todas as etapas da cadeia produtiva, como:

  • Escolha e relacionamento com fornecedores;
  • Compra e recebimento de matérias-primas;
  • Transformação dos insumos na linha de produção;
  • Distribuição do produto final ao mercado.

Uma das áreas responsáveis pelas diretrizes de gestão de uma indústria é chamada de PCP, sigla para Planejamento e Controle de Produção. O termo deriva de um processo de gerenciamento muito usual em empresas manufatureiras para controlar aspectos da produção, como quantidades, prazos, ativos e tudo que for preciso com o objetivo de alinhar a execução ao que foi planejado.

Quando não existe uma gestão industrial adequada, os gestores e as equipes podem acabar ficando no escuro, sem indicadores para guiar a produção e sem estratégias de melhoria. Com a evolução do setor, onde o conceito de indústria 5.0 vem ganhando espaço, a gestão industrial se torna mais sofisticada e facilitada pela automação, tecnologia e integração.

Quais são os pilares da gestão industrial?

Para gerir uma indústria com sucesso, aumentando a eficiência e otimizando custos, é primordial conectar o chão de fábrica aos assuntos administrativos. Com isso, é possível chegar aos resultados esperados, com a devida garantia de qualidade e boas práticas de fabricação.

Podemos agrupar todos os requisitos em cinco pilares da gestão industrial, que se comportam como um quebra-cabeça: cada peça precisa de um encaixe para que a gestão fique, por fim, completa.

Principais atividades do setor

A gestão de produção industrial tem várias etapas e variáveis para monitorar. Por isso, é necessário um bom planejamento e integração da equipe na hora da execução. Entre algumas das funções realizadas pela equipe, podemos citar:

  • Monitorar a produção: acompanhar as atividades operacionais diárias envolvendo equipes, maquinários, organização de paradas e controle de fluxos de produção;
  • Gerenciamento de equipes: o líder deve estar atento às necessidades dos colaboradores, sua produtividade e ter autonomia para tomar decisões;
  • Diretrizes de segurança ocupacional: planejar e executar medidas preventivas contra acidentes e propiciar um ambiente de trabalho saudável e seguro;
  • Implementar tecnologias inovadoras: acompanhar de perto as novas tecnologias e manter os métodos de produção atualizados, buscando otimizar os resultados;
  • Gestão de processos: os processos simples devem ser priorizados, padronizados e, sempre que possível, automatizados. Além disso, os padrões devem ser seguidos e melhorados continuamente, por isso as auditorias regulares são importantes;
  • Gestão da logística: monitorar a compra e chegada dos materiais, fazer sua distribuição para os setores, controlar o estoque e fazer o planejamento para prevenir perdas.

Os indicadores da gestão industrial

Há uma infinidade de métricas, como indicadores de segurança do trabalho, produção, controle de qualidade ou de gestão de pessoas. As categorias e informações variam de acordo com as particularidades de cada operação, mas listamos algumas das principais:

  • Indicadores de Eficiência Operacional
  • Indicadores de Desempenho Financeiro
  • Indicadores de Eficiência Energética
  • Indicadores de Recursos Humanos
  • Indicadores de Inovação
  • Indicadores de Controle de Qualidade
  • Indicadores de Gestão de Estoque
  • Indicadores de Segurança do Trabalho
  • Indicadores de Logística
  • Indicadores de Tecnologia e Automação

Quais as vantagens de implementar a gestão industrial?

A gestão de processos industriais proporciona benefícios que favorecem o crescimento de uma empresa de manufatura, uma vez que evidencia pontos de melhoria no desempenho e permite o acompanhamento constante do que é realizado durante as rotinas operacionais.

Melhoria na produtividade

Uma gestão de qualidade faz com que os processos fiquem mais rápidos e eficientes. Nem sempre isso significa produção em grande escala, e sim produção com qualidade.

Ter mais produtividade também resulta em colaboradores mais engajados e motivados a alcançar melhores resultados, o que contribui para um clima organizacional mais leve.

Diminuição dos custos e desperdícios

A gestão industrial inteligente prioriza a padronização dos processos e melhora a produtividade da empresa, o que impacta diretamente na redução dos custos operacionais.

Além disso, com um monitoramento mais próximo do setor operacional, é possível identificar prováveis erros, evitando retrabalhos, desperdícios e diminuindo a reclamação dos clientes.

Uso de tecnologias

Com a tecnologia, estruturar processos, automatizar tarefas e fazer a integração de setores fica mais fácil. Ela também ajuda a criar um padrão de processos, o que melhora a qualidade da produção.

Alinhamento estratégico e competitividade

Assegura que a produção estará adequada ao que foi planejado e é esperado da indústria, com gestão de custos aprimorada e controle total da rentabilidade.

Com processos bem definidos e menos desperdícios, a empresa pode lucrar mais, investir em novas estratégias e se tornar mais competitiva.

Lean Manufacturing

Reduz desperdícios e melhora a flexibilidade da produção, com uso de recursos gerido com eficiência por meio do conhecimento das reais necessidades e possibilidades de economia da operação.

O que é a gestão de produção industrial?

A gestão de produção industrial é uma das partes da condução completa da empresa, todavia é essencial para o desempenho da atividade manufatureira. Seu objetivo é atender requisitos de prazos e eficiência, sempre em alinhamento à demanda do mercado, ao controle de qualidade e à capacidade produtiva.

Um dos recursos capazes de potencializar os resultados da gestão industrial é a Internet das Coisas, ou IoT. O uso de sensores inteligentes em uma operação, por exemplo, permite a realização de medições automáticas (de vazão, pressão, umidade, temperatura, etc.) para monitorar minuciosamente o desempenho de ativos e ambientes.

Para entendermos a relação entre os conceitos de processos, produtividade e fabricação, a lógica é:

  • Os processos industriais se referem a todas as etapas e atividades que transformam matérias-primas em produtos acabados;
  • A fabricação de produtos condiz ao conjunto de técnicas, métodos e tecnologias empregados para realizar a produção em larga escala;
  • A produtividade diz respeito aos resultados proporcionados pela junção dos processos e da fase de fabricação.

Quais as fases de um processo industrial e quem monitora as tarefas?

Um processo industrial envolve diferentes fases, como planejamento, preparação, produção, controle e avaliação. Sendo assim, a gestão de processos industriais deve levar tudo isso em consideração.

Vale dizer que cada tipo de produto fabricado possui especificações no desdobramento de todas as etapas mencionadas acima. Porém, a gestão de processos é uma prática comum a qualquer caso, e pode ser realizada com a aplicação de checklists online para metrificar as tarefas realizadas de forma simples e prática.

A responsabilidade pelo monitoramento das tarefas de rotina depende do porte e do tipo de estrutura da indústria, mas em geral fica a cargo de supervisores, engenheiros industriais, gerentes de produção e analistas de qualidade. Para cada um deles, os checklists de processos podem ser ótimos aliados para encontrar não conformidades, documentar os registros das operações e promover melhorias contínuas.

Cadeia Produtiva e Cadeia de Suprimentos: diferenças e importância

Em resumo, a cadeia produtiva representa a fase de transformação de matérias-primas em produtos, enquanto a Cadeia de Suprimentos (em inglês, Supply Chain) se refere ao conjunto de atividades, informações, recursos e organizações que compõem o fluxo de distribuição do produto final ao consumidor. Ambos os conceitos estão intimamente relacionados à gestão de uma indústria.

O principal papel da Cadeia de Suprimentos é estabelecer uma conexão entre as diversas pontas e processos necessários, como produção, logística e varejo, para conduzir produtos e serviços ao consumidor final. Por essa razão, os principais desafios de gestores à frente dessas atividades, de acordo com uma pesquisa da PwC, são:

  • Aumentar a eficiência operacional (63%);
  • Gerenciar e reduzir custos (59%);
  • Automatizar processos e análises (21%).

Como a Cadeia de Suprimentos faz parte da Cadeia Produtiva, uma indústria não consegue atingir o sucesso nos processos de manufatura sem estruturar esta última. É preciso estabelecer e interligar as etapas de produção, desde a aquisição de matéria-prima (com gestão de fornecedores e auditorias de estoque, por exemplo) até a comercialização dos produtos.

Como potencializar a cadeia produtiva?

Uma das estratégias de gestão industrial mais eficientes para potencializar a cadeia produtiva é a otimização de processos, porque ela tem como efeitos a redução de custos e o aumento da produtividade. Tais vantagens estão diretamente ligadas aos benefícios da automatização de processos, que permite:

  • Eliminação de tarefas manuais e repetitivas;
  • Elaboração de relatórios confiáveis e robustos;
  • Dados fidedignos, seguros e acessíveis;
  • Redução do desperdício de tempo e de recursos;
  • Economia financeira.

O que é sistema de gestão industrial?

Existem duas interpretações possíveis para a expressão “sistema de gestão”. A primeira delas se refere à sistemática de uma empresa, ou seja, à forma como seus processos e atividades são organizados. Porém, muitos negócios cumprem esse requisito por meio de softwares.

Portanto, quando falamos em sistema de gestão, também podemos nos referir a tecnologias que digitalizam e automatizam processos. Sob essa perspectiva, torna-se viável implementar um Sistema de Gestão Integrado (SGI), que concentra o gerenciamento de todos os processos do negócio em um só ambiente.

Independentemente de ser colocado em prática com uma tecnologia, a finalidade de um sistema na gestão industrial é garantir que a empresa consiga:

  • Atender normas e requisitos legais;
  • Manter padrões de qualidade;
  • Melhorar a eficiência operacional;
  • Conquistar a satisfação dos clientes;
  • Gerenciar recursos humanos, financeiros, materiais e tecnológicos.

Entre os ganhos de utilizar um software de gestão estão a redução em recorrências e falhas nas rotinas, a padronização de processos, relatórios gerenciais completos, economia de recursos e aumento da produtividade.

Tipos de sistema de gestão

Alguns dos tipos mais conhecidos (e complementares) de tecnologias para gestão, seja em indústrias ou qualquer outro segmento, são:

ERP

O Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos de Empresa, é um tipo de sistema de gerenciamento de processos voltados a assuntos financeiros e fiscais. Por exemplo: faturamentos, pagamentos, tributos, etc.

CRM

O Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente, é um sistema utilizado para centralizar contatos e informações sobre os clientes, reunindo históricos e diferentes classificações de perfil.

Padronização de Processos

Esse é um tipo de sistema que se adapta a diferentes realidades de empresas e departamentos. Pode ser uma ferramenta para controle de qualidade, gestão de manutenção, administração de estoque, inspeções de segurança, entre outros.

Gestores de indústria devem considerar a adoção de sistemas de gestão sempre que almejarem a eficiência operacional. Muitas vezes, com pouco investimento é possível chegar a resultados de alto impacto.

Para exemplificar, vamos usar uma situação real: otimizar processos internos com o uso de checklists digitais, como foi o caso da Schulz Compressores (líder na América Latina em fabricação de compressores a ar), possibilitou ganhos financeiros e operacionais. Os departamentos de Qualidade, Engenharia de Qualidade de Fornecedores (EQF), Gestão do Meio Ambiente e Segurança do Trabalho passaram a utilizar o Checklist Fácil para facilitar processos de auditoria, qualificar as informações coletadas e metrificar a operação para obter insights de melhoria contínua no dia a dia.

Metodologias de gestão industrial

Com a transformação digital e o aumento da competitividade de mercado, as metodologias de gestão para indústria são importantes para melhorar a produtividade dos processos e fazer com que a linha de produção fique ainda mais eficiente. São ferramentas para organizar os processos e rotinas de trabalho em todos os níveis: estratégico, tático e operacional.

Análise SWOT

A matriz SWOT pode ajudar o gestor a conhecer melhor a empresa, fornecendo uma análise do contexto em que a organização está inserida e servindo como um guia para os planos de ação. Consiste em uma matriz dividida em 4 partes e dois ambientes: interno e externo.

  • Strengths (forças): fatores internos, os pontos positivos em que sua empresa se destaca;
  • Weaknesses (fraquezas): também fatores internos, refletem pontos de melhoria;
  • Opportunities (oportunidades): fatores externos que podem ajudar a melhorar algum aspecto da empresa, se bem aproveitados;
  • Threats (ameaças): fatores externos que podem impactar negativamente o negócio.

Metas SMART

Essa metodologia ajuda a criar metas claras, quantificáveis e realistas, aumentando a chance de ter êxito:

  • Specific (específicas): a meta deve ser clara e específica. Por exemplo: “aumentar em 20% as vendas até o final do ano”;
  • Measurable (mensurável): precisa ter indicadores concretos, o que ajuda a acompanhar se está sendo alcançada ou não;
  • Achievable (alcançável): precisa ser realista, analisando os recursos, tempo e habilidades disponíveis. Metas irrealistas são desmotivadoras;
  • Relevant (relevantes): deve fazer sentido no contexto da indústria e estar alinhada com os objetivos estratégicos da organização;
  • Time-bound (com prazo definido): precisa ter um prazo para ser cumprida, criando um senso de urgência e motivação.

Ciclo PDCA

Ferramenta de qualidade usada para solução de problemas e melhoria contínua de processos e produtos. Baseia-se em 4 etapas:

  • Plan (planejamento): identificação e análise do problema e proposição de uma solução;
  • Do (fazer): colocar em prática o plano de ação criado;
  • Check (checar): verificação de tudo o que foi executado e dos resultados obtidos;
  • Act (ação): hora de fazer as correções, se houver. Do contrário, haverá padronização e conclusão do plano.

Six Sigma

A metodologia Seis Sigma pretende evitar que ocorram falhas no processo de produção e entregar um serviço de excelência do início ao fim. Foca no aperfeiçoamento dos processos, com abordagem estatística e implementação consistente, em cinco etapas: definição das necessidades da organização; avaliação de desempenho dos processos; análise dos dados coletados; correção de falhas e otimização; acompanhamento e controle a curto, médio e longo prazo.

Metodologia Lean

Lean significa “enxuto” em português e tem a intenção de gerir recursos de forma mais eficiente, diminuindo gastos como tempo, espaço e energia, sem afetar a qualidade do produto. Também traz mais simplicidade para as operações, diminuindo os ruídos e gargalos.

Metodologia Kaizen

Kaizen é uma palavra de origem japonesa: Kai (melhoria) e zen (boa). A proposta é reduzir desperdícios, inclusive o de tempo, dispensando processos complexos. Um dos seus benefícios é fazer com que a empresa tenha objetivos mais tangíveis propostos pela equipe, sem interferências do exterior.

Metodologia 5S

O programa 5S é baseado em 5 palavras japonesas:

  • Seiri: utilização;
  • Seiton: arrumação;
  • Seiso: limpeza;
  • Seiketsu: higiene;
  • Shitsuke: disciplina.

Seu principal propósito é alcançar a melhoria contínua dos processos e antecipar os problemas. Também ajuda a melhorar o engajamento dos funcionários e muda o ambiente organizacional, com melhoria na organização, limpeza e produtividade.

Tecnologia e inovação na gestão de indústrias

A tecnologia é uma grande aliada da gestão de indústrias e ajuda a otimizar os recursos, minimizar as perdas e melhorar os resultados. Com o avanço da tecnologia é possível monitorar processos em tempo real, fazer verificações de qualidade mais precisas, ajustes mais rápidos e garantir que o processo tenha um fluxo constante com menor número de falhas.

Na indústria 5.0, usar tecnologias como IIoT (Industrial Internet of Things), Blockchain, Cloud Computing e Big Data pode tornar os processos mais modernos, precisos e ágeis, garantindo também que os clientes sejam melhor atendidos. Entre outros benefícios, podemos citar:

  • Redução dos custos;
  • Aumento da produtividade;
  • Otimização e automação dos processos;
  • Melhoria no controle de qualidade;
  • Melhor gerenciamento dos talentos;
  • Tomada de decisão mais assertiva;
  • Comunicação interna alinhada e com menos ruídos;
  • Experiência com o cliente mais fluida e sem entraves;
  • Maior número de vendas.

6 dicas práticas para a gestão industrial

Para ter sucesso na gestão industrial é preciso, além do planejamento, a análise contínua para melhorar os resultados operacionais. Para isso, seguem alguns princípios de gestão:

1

Análise periódica dos dados

No cenário atual, se orientar por dados é a regra, já que as decisões ficam mais assertivas e reduzem os custos. Uma gestão industrial baseada em dados pode melhorar a vantagem competitiva da empresa, a eficiência e a colaboração entre as equipes.

2

Revisão constante de fluxos

É importante ter uma visão sistêmica do setor operacional. Para facilitar a visualização, divida e revise os fluxos de cada parte da operação: material, montagem, embalagem, armazenamento. Uma ótima ferramenta é o fluxograma de processo, que representa visualmente cada etapa e facilita a identificação de gargalos.

3

Plano de ação

O plano de ação detalha ações para correção de problemas ou para alcançar um resultado. É uma importante ferramenta para otimizar o tempo e deixar a operação mais objetiva, eliminando as dúvidas, direcionando a pessoa correta para execução e detalhando todas as etapas da atividade.

4

Investimento em treinamento e capacitação

Fazer treinamentos pode ajudar a reduzir os erros e detectar falhas no processo. Quando ocorrem atualizações na área operacional, como a chegada de um novo maquinário ou software, é importante promover treinamentos para explicar como a ferramenta funciona e quais os seus objetivos.

5

Prevenção de perdas e danos

A gestão industrial usa ferramentas que têm como foco a redução de desperdícios dentro da organização, reduzindo riscos aos quais ela está sujeita, como acidentes, paralisações e prejuízos. Esse controle é feito a partir de metodologias como análise de risco e PDCA.

6

Cuidados na gestão de estoque e armazenamento

Envolve o controle de matérias-primas, produtos em processamento e acabados. É essencial para evitar que a produção seja interrompida pela falta de recursos e para evitar o excesso de estoque, que pode gerar custos desnecessários.

Como um checklist online pode transformar sua gestão industrial?

O checklist funciona como um guia, pois documenta todos os processos da instituição. Assim, as atividades podem ser divididas por setores ou categorias. Além disso, é possível separar as tarefas em microetapas e acompanhar o processo de execução e otimização.

Por isso, é importante ter uma boa ferramenta de gestão industrial para verificar se as atividades estão sendo cumpridas corretamente. Com o Checklist Fácil, você pode fazer tudo isso e muito mais.

O software facilita a realização de auditorias e permite acompanhar todas as etapas dos processos de forma centralizada e em tempo real. Além disso, é possível ter todas as informações em dashboards personalizados.

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